Mudança da Ferj impacta venda de ingressos para Fluminense x Flamengo na final do Carioca
Partida no Maracanã terá mando do Tricolor

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A decisão do Campeonato Carioca 2026 entre Fluminense e Flamengo terá um formato diferente dos últimos anos — e isso interfere diretamente na venda de ingressos. Com a adoção da final em jogo único, a Ferj determinou que a carga será dividida igualmente: 50% para cada clube.
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A mudança elimina qualquer vantagem prática de mando de campo, já que o regulamento estabelece que o mando é apenas administrativo. O Lance! apurou que as vendas começam nesta quarta-feira (4) de forma simultânea para as duas torcidas.
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O que mudou no regulamento?
Até a temporada passada, a final era disputada em dois jogos (ida e volta). A equipe melhor classificada na Taça Guanabara escolhia o mando da primeira ou da segunda partida. Na prática, cada clube tinha seu "jogo em casa" e podia organizar a comercialização dos ingressos conforme seus critérios, respeitando a divisão 50/50, mas com maior controle sobre prioridades, como programas de sócio-torcedor.
Agora, o cenário é diferente. A final passou a ser em confronto único, no Maracanã, conforme determina o regulamento atual. O texto é claro ao afirmar que:
- Não há vantagem esportiva para nenhum dos finalistas.
- O mando é apenas para cumprimento de obrigações legais e administrativas.
- A carga de ingressos será obrigatoriamente dividida em 50% para cada clube.
Ou seja, mesmo com o Fluminense exercendo o mando por ter feito melhor campanha na Taça Guanabara, isso não garante qualquer benefício esportivo ou comercial adicional.

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O Lance! apurou que com a decisão em jogo único, a Ferj busca garantir que não haja vantagem estrutural para o mandante. Assim, 50% da capacidade disponível do Maracanã será destinada ao Fluminense e 50% será destinada ao Flamengo. Cada clube será responsável pela venda da sua respectiva carga.
Diferentemente do modelo anterior, em que havia dois jogos e cada equipe organizava uma partida sob sua própria gestão, agora não há espaço para priorização ampliada por mando esportivo. A divisão é fixa e igualitária.

Por que o Fluminense é o mandante?
Pelo regulamento da competição, não há vantagem esportiva para nenhum dos clubes. Em caso de empate no tempo normal, a decisão será nos pênaltis. No entanto, para efeitos legais e administrativos — como protocolo, vestiário e organização formal do jogo — há definição de mando de campo. E o mandante será o Fluminense.
O regulamento determina que o mando da final pertence ao clube que teve melhor colocação na Taça Guanabara (fase de grupos). Caso ambos terminassem na mesma posição em seus grupos, seriam aplicados critérios como pontos, vitórias, saldo e gols marcados. Na fase classificatória, o cenário foi o seguinte:
Grupo A
- Fluminense – 15 pontos
- Vasco – 11
- Volta Redonda – 11
- Bangu – 10
- Portuguesa-RJ – 7
- Sampaio Corrêa – 7
Grupo B
- Botafogo – 9 pontos
- Madureira – 8
- Boavista – 8
- Flamengo – 7
- Nova Iguaçu – 5
- Maricá – 3
O Fluminense terminou como líder do Grupo A, com 15 pontos, enquanto o Flamengo ficou em quarto no Grupo B, com sete pontos. Assim, pelo critério de melhor campanha na Taça Guanabara, o Tricolor exerce o mando da partida final.
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