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Brasil lidera recordes na Libertadores; veja números e feitos históricos

Tem treinador campeão como técnico e jogador e maior artilheiro da competição

Márcio Iannacca
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 18/02/2026
10:00
Números e curiosidades Libertadores (Foto: NotebookLM)
imagem cameraBrasil tem 25 conquistas na Libertadores (Foto: NotebookLM)

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A bola vai rolar mais uma vez para a maior competição de clubes do continente. A partir desta quarta-feira (19), a história da Copa Libertadores ganhará novos capítulos, com a estreia dos brasileiros na edição de 2026. O Botafogo encara a altitude de 4 mil metros de Potosí, na Bolívia, diante do Nacional, enquanto o Bahia viaja até o Chile para enfrentar o O'Higgins. Dois desafios distintos, mas inseridos em um torneio marcado por números expressivos, personagens lendários e curiosidades que ajudam a explicar o peso da taça.

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Números e curiosidades Libertadores (Foto: NotebookLM)
Números e curiosidades da Libertadores (Foto: NotebookLM)

Quando o assunto é banco de reservas, apenas quatro treinadores conseguiram o feito raro de conquistar a Libertadores por dois clubes diferentes — e dois deles são brasileiros. Luiz Felipe Scolari levantou a taça em 1995, pelo Grêmio, e repetiu o feito em 1999, com o Palmeiras. Já Paulo Autuori foi campeão em 1997, pelo Cruzeiro, e em 2005, dirigindo o São Paulo.

O Brasil também lidera quando o recorte é diversidade de campeões. Ao todo, 12 clubes brasileiros já conquistaram a América: Atlético-MG, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco da Gama. Nenhum outro país apresenta tamanha variedade de vencedores.

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Entre as curiosidades individuais, apenas dois jogadores marcaram gols em todas as fases de uma mesma edição da Libertadores. Um deles é brasileiro: Gabriel Barbosa, protagonista da campanha do Flamengo em 2019 - ele é o maior goleador da história do torneio, com 30 gols. A lista de marcas históricas também inclui extremos de idade. O gol mais "experiente" foi anotado por Zé Roberto, que balançou as redes pelo Palmeiras aos 42 anos. Já o mais jovem a marcar foi Ângelo Gabriel, pelo Santos, com apenas 16 anos, 3 meses e 16 dias.

Em decisões, o São Paulo é responsável pelas duas maiores goleadas em finais: 5 a 1 sobre o Universidad Católica, em 1993, e 4 a 0 contra o Athletico Paranaense, em 2005.

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A hegemonia recente também é verde e amarela. O Brasil é recordista em títulos consecutivos: sete conquistas seguidas entre 2019 e 2025 — sequência que pode ser ampliada em 2026. Nesse período, a taça ficou com Flamengo (2019 e 2022), Palmeiras (2020 e 2021), Fluminense (2023), Botafogo (2024) e novamente o Flamengo (2025).

Dois brasileiros também conquistaram a Libertadores como jogador e treinador. Renato Gaúcho venceu como atleta do Grêmio, em 1983, e como técnico do próprio clube, em 2017. Além disso, é o treinador com mais vitórias na história da competição: 51. Já Filipe Luís levantou a taça como jogador do Flamengo, em 2019 e 2022, e como treinador do clube em 2025.

Entre feitos improváveis, recordes longevos e campanhas épicas, a Libertadores segue sendo um torneio onde tradição e imprevisibilidade caminham lado a lado. E é nesse cenário carregado de história que Botafogo e Bahia iniciam suas trajetórias, tentando escrever — quem sabe — mais uma página dourada para o futebol brasileiro.

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