Raphinha desabafa sobre Bola de Ouro: 'Merecia ser o primeiro'
Brasileiro ficou na quinta colocação da premiação

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Em grande fase no Barcelona e consolidado como uma dos principais astros do futebol, o atacante Raphinha abriu o jogo sobre a premiação da última Bola de Ouro. Em entrevista ao episódio mais recente da série "Um Convidado e Meio", do Sofascore, o brasileiro não escondeu sua opinião de que deveria ter levado o troféu referente à temporada 2024/25.
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Para o camisa 11, a análise para um prêmio individual deve ser abrangente, e não focada em apenas um torneio.
— Eu me colocaria em primeiro lugar. Um prêmio individual não pode ser baseado em uma única competição. Pelos títulos que conquistei, pelos números que alcancei e por tudo que contribuí, acredito que mereci vencer — declarou Raphinha, demonstrando confiança sobre seu desempenho recente.

A parceria com Hansi Flick
O brasileiro atribuiu grande parte de seu sucesso atual ao técnico Hansi Flick. Segundo Raphinha, o treinador alemão foi fundamental para desbloquear seu potencial máximo. Com o treinador alemão, Raphinha soma 78 jogos, com 47 gols e 31 assistências
— Ele foi praticamente quem me proporcionou a melhor temporada da minha carreira. Ele me deu confiança quando acho que ninguém mais conseguiu, nem mesmo eu. É uma relação natural. Com o tempo, construímos confiança e a liberdade para conversar sobre qualquer coisa — revelou.

Evolução tática e o sonho do Hexa
Raphinha também refletiu sobre sua mudança de estilo de jogo. O atleta, que se define como "muito autocrítico", afirmou que hoje se enxerga mais como um armador do que apenas um ponta.
— Hoje me vejo mais como um armador, alguém que pensa rápido e se posiciona bem — explicou.
Mirando 2026, o atacante mantém os pés no chão sobre a dificuldade de disputar seu segundo Mundial, citando a necessidade de uma consistência "absurda" durante o ciclo de quatro anos. Ele alertou sobre os perigos de subestimar adversários no futebol moderno.
— Se acharmos que podemos ganhar só por causa da camisa, não vamos ganhar — alertou Raphinha, que, oo ser questionado sobre o grande objetivo que norteia sua carreira, a resposta foi direta: "Ganhar a Copa do Mundo".

Futuro fora dos bancos
Se o foco dentro de campo é total, fora dele Raphinha já tem uma certeza: não será treinador. O jogador descartou a possibilidade de seguir a carreira técnica após pendurar as chuteiras.
— Treinador? Nem pensar. A vida de treinador é muito exigente. Você chega antes de todo mundo, sai depois de todo mundo e praticamente mora em hotéis — concluiu, afirmando que essa profissão seria seu "último recurso".
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