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Técnico da Seleção Feminina defende regra da Fifa por mais mulheres nas comissões e diz que ainda não escolheu nova auxiliar

Entidade exige pelo menos duas mulheres nas comissões, sendo uma delas em cargo de treinadora ou auxiliar técnica

Giselly Correa Barata
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 25/03/2026
16:47
Arthur Elias, técnico da Seleção Feminina, se emociona com título da Copa América Feminina. (Lívia Villas Boas / CBF)
imagem cameraArthur Elias, técnico da Seleção Feminina, se emociona com título da Copa América Feminina. (Lívia Villas Boas / CBF)

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O técnico Arthur Elias, da Seleção Brasileira Feminina, é favorável à nova regra da Fifa que exige mais mulheres nas comissões técnicas. A partir de setembro, todas as comissões deverão ter ao menos duas, sendo uma na função de treinadora ou auxiliar técnica.

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Para Arthur Elias, que desde o início da sua trajetória profissional atua como treinador de futebol feminino, a medida significa um avanço.

— É ótima a decisão. Existem decisões que aceleram processos, assim como foi aqui no Brasil quando houve a obrigatoriedade de ter o time feminino e algumas pessoas eram contra. Eu sempre me posicionei a favor, porque infelizmente as coisas precisam dessas decisões para que sejam corrigidas (...) a Fifa trazendo isso faz com que depois que exista esse espaço, haja capacitação ainda maior — iniciou Arthur, citando que a medida deve ter efeito cascata em confederações e federações.

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Arthur Elias no vestiário antes de Paraguai x Brasil. (Foto: Lívia Villas Boas/ CBF)
Arthur Elias no vestiário antes de Paraguai x Brasil. (Foto: Lívia Villas Boas/ CBF)

Seleção Feminina terá nova auxiliar técnica

A Seleção Feminina principal, que tem apenas Rodrigo Iglesias como auxiliar técnico, terá que se adaptar à exigência a partir de setembro deste ano. O treinador disse que ainda não escolheu a profissional, mas vê bons nomes dentro da estrutura da Seleção, como também no mercado.

— Não escolhi ainda minha auxiliar (risos). Vamos escolher a cada Data Fifa, acho que é legal esse espaço para que eu possa conhecer trabalhos e obviamente a gente tem duas, aliás três excelentes, com a chegada da Bia Vaz, excelentes treinadoras nas categorias de base. Então, acho que esse é o caminho, fiquei contente com a decisão e a Seleção vai estar sempre aberta, assim como temos muitas mulheres aqui, mais ou menos meio a meio, não só na parte técnica — disse ele, citando funções no staff ocupadas por mulheres.

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