Vozes da Copa: Gabi Martins relembra cobertura in loco de todos os jogos de 2022
Influenciadora vai cobrir o Mundial pela N Sports
A influenciadora e criadora de conteúdo Gabriela Martins foi a quinta convidada da série Vozes da Copa, que traz todos os bastidores das transmissões da Copa do Mundo de 2026 para o leitor do Lance!. Apaixonada por futebol e torcedora declarada do São Paulo, Gabi relembrou a experiência única de acompanhar os 64 jogos da Copa do Mundo do Catar in loco e falou sobre a expectativa para a próxima edição do torneio.
Durante a entrevista, a influenciadora explicou que entrou no universo do futebol digital de maneira inesperada. Formada em administração, ela contou que conseguiu unir a paixão pelo esporte com a comunicação através das redes sociais.
— Eu meio que entrei de paraquedas. Sempre gostei muito de futebol, meu pai me levava para o Morumbi desde pequena, e as redes sociais acabaram transformando isso em trabalho — afirmou.
A experiência no Catar virou um marco na trajetória da criadora de conteúdo. Em 2022, Gabi foi escolhida pelo comitê organizador da Copa para integrar um projeto internacional com criadores de conteúdo de diferentes países.
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Segundo ela, o processo seletivo envolveu entrevistas, testes de idioma e avaliações comportamentais, já que o grupo precisaria conviver por quase 40 dias acompanhando a competição.
— Foram quatro jogos por dia durante semanas. Era uma correria absurda. Acho que ninguém mais vai viver uma Copa inteira dentro de um país só como aconteceu no Catar — destacou.
Mesmo vivendo a experiência histórica de estar presente em todas as partidas do Mundial, Gabi revelou que nem sempre conseguia assistir aos jogos completos por causa da logística e da produção de conteúdo.
— O meu foco acabou sendo muito mais a torcida e as histórias das arquibancadas. Era ali que estavam as cenas mais marcantes da Copa — explicou.
A influenciadora também relembrou o drama vivido na eliminação da Seleção Brasileira contra a Croácia nas quartas de final. Segundo ela, o pós-jogo foi ainda mais difícil por precisar seguir imediatamente para acompanhar a partida da Seleção da Argentina.
— Eu estava destruída emocionalmente. Cheguei no estádio do jogo da Argentina toda de Brasil, chorando ainda. Foi muito pesado — contou.
Apesar da rivalidade histórica entre brasileiros e argentinos, Gabi admitiu que viver a conquista mundial de Lionel Messi foi algo marcante.
— Ver um sul-americano ganhando uma Copa em cima de um europeu teve um gostinho especial. E eu sou muito fã do Messi — afirmou.
A entrevistada também comentou sobre a relação atual da torcida brasileira com a Seleção. Para ela, a perda de identificação com os jogadores passa pelo fato de muitos atletas deixarem o Brasil ainda muito jovens.
— Hoje os jogadores saem cedo demais para a Europa. Isso dificulta a identificação do torcedor com a Seleção Brasileira — analisou.
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Outro tema debatido foi o trabalho do Movimento Verde Amarelo (MVA), grupo que busca organizar e fortalecer a festa da torcida brasileira nos jogos da Seleção. Gabi explicou que o projeto tem aproximado torcidas organizadas rivais para criar um ambiente semelhante ao das barras argentinas durante a Copa.
— A ideia é apoiar o Brasil acima de qualquer rivalidade de clube. Acho um movimento muito válido — disse.
É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável.
Na montagem da sua seleção ideal, Gabi ainda apontou Estevão, Raphinha, Vinícius Júnior e Endrick como nomes importantes para o time de Carlo Ancelotti.
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Além das análises esportivas, Gabi arrancou risadas ao revelar uma superstição curiosa na Copa do Catar. Antes do jogo contra a Coreia do Sul, ela raspou e pintou uma bandeira do Brasil no cabelo. Após a vitória brasileira, decidiu manter o ritual, mas não conseguiu retocar a pintura antes da partida contra a Croácia.

— Depois da eliminação, falaram que eu era a culpada porque não renovei a bandeira — brincou.
Agora, para a Copa de 2026, a influenciadora confirmou presença na cobertura da N Sports, com foco nos bastidores, festas das torcidas e histórias fora das quatro linhas.
— Meu negócio é rua, torcida, bastidor e gente. Quero mostrar o que a TV normalmente não mostra — concluiu.
Vozes da Copa
Além da Gabriela Martins, Mauro Beting, Galvão Bueno, Neguerê, Cristiane Rozeira conversaram com o Lance! sobre a Copa do Mundo de 2026. Confira todos os detalhes no Youtube do Lance!

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