Galvão Bueno se manifesta após morte de Oscar Schmidt: 'Tristeza'
Narrador lamentou morte de ídolo nacional

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O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, no Hospital Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana de Parnaíba, em São Paulo. A causa da morte foi uma parada cardiorrespiratória. Diante da notícia, o narrador Galvão Bueno lamentou e se despediu do ídolo.
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— Que tristeza!! O Brasil perdeu hoje um gênio de nosso esporte!! Oscar Schmidt, o Mão Santa, que não gostava desse elogio, preferia ser chamado de Mão Treinada!! Oscar brilhou pelas quadras de basquete do mundo inteiro, era desejado por todos os times, mas além do gigantesco talento carregava um grande amor pelo Brasil!! Foi mais de uma vez convidado para jogar na NBA!! — iniciou o narrador, antes de completar.
— Recusou todas as propostas pq se fosse para o basquete mais poderoso do mundo, não poderia mais jogar pela seleção brasileira!! Um dia disse a ele: "que privilégio Deus me deu". Vi um menininho começar a mostrar, em Brasília, que lá vinha um ídolo mundial!! Torci por ele, sempre, como um verdadeiro fã e transmiti títulos e momentos inesquecíveis!! Oscar, tenho certeza que Deus o receberá com muito carinho e em uma outra dimensão você vai brilhar sempre!! — concluiu.
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Morte de Oscar Schmidt
O mundo do basquete sofreu uma grande perda nesta sexta-feira (17). Aos 68 anos, Oscar Schmidt morreu poucos minutos após receber atendimento médico por um mal-estar. A lenda da bola laranja deixa uma legião de fãs ao redor do globo, além de recordes e feitos que marcaram a história do esporte.

Após se sentir mal, Oscar foi encaminhado para o Hospital Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana de Parnaíba, em São Paulo, onde recebeu atendimento médico.
Nascido em Natal, o "Mão Santa" construiu números impressionantes ao longo de 25 temporadas como profissional. Ele é o segundo maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, além de deter o recorde de maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093.
Nas Olimpíadas, onde participou de cinco edições consecutivas, Oscar também acumulou marcas históricas: foi diversas vezes cestinha e protagonizou atuações memoráveis, como os 55 pontos anotados contra a Espanha em Jogos Olímpicos de Seul 1988 – recorde em uma única partida no torneio.
Pela Seleção Brasileira, o momento mais emblemático veio no ouro dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na decisão, liderou o Brasil na vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, marcando a primeira derrota dos norte-americanos em casa na história da competição. Oscar também conquistou o bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas, e encerrou sua trajetória com 7.693 pontos em 326 partidas oficiais pela seleção, entre 1977 e 1996.

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