F1: O filme, de Joseph Kosinski, recebe indicação de melhor filme e outras três no Oscar
Longa estrelado por Brad Pitt foi gravado usando pistas reais.

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F1: O filme, longa-metragem dirigido por Joseph Kosinski, e produzido por nomes como Lewis Hamilton, é digno de Oscar! Na manhã desta quinta-feira (22), essa afirmação foi feita também pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (em inglês, Academy of Motion Picture Arts and Sciences, AMPAS ou simplesmente The Academy), conhecida no mundo pelo seu prêmio anual (Academy Awards), conhecido informalmente como Oscar.
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Ao todo, F1: O filme recebeu quatro indicações ao Oscar. Foram elas: melhor filme, melhor montagem, melhores efeitos visuais e melhor som.
Com quatro indicações ao Oscar, F1: O filme, estrelado por Brad Pitt, foi gravado usando pistas reais. O elenco também é composto por pilotos, jornalistas e chefes de equipes. Assim, o longa trabalha com uma composição de imagens que levam o espectador a se sentir imerso nos grandiosos GPs da modalidade.

São poucos os excessos que incomodarão os fãs da modalidade. O principal é o uso de algumas manobras que, na Fórmula 1 real, seriam advertidas com punições severas. Para quem busca realismo, o longa não distancia muito do mundo real. Mas, não esqueça, se trata de um filme de ficção, não de um documentário.
Automobilismo aparte, a trama é um tradicional clichê com brigas, relacionamentos dramáticos, redenções e um final nada surpreendente para os amantes de cinema.
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F1: O filme - ficha técnica
Direção: Joseph Kosinski
Roteiro: Ehren Kruger
Elenco principal: Brad Pitt, Damson Idris, Javier Bardem
Título original: F1 The Movie
F1: O filme - Sinopse do tetra indicado ao Oscar
Na trama, Brad Pitt dá vida a Sonny Haes, ex-piloto da Fórmula 1 que transita por categorias americanas. Ele é chamado por Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono da equipe APX GP, para retornar à F1 e salvar a sua equipe — sem vitórias há duas temporadas — da falência. O piloto se junta a Joshua Pearce (Damson Idris), estrela novata da APX GP, sendo uma "pedra no sapato" de Sonny Haes.
O piloto começa a lidar com problemas do passado, como a batida que o tirou da Fórmula 1 nos anos 90, seguindo uma jornada de redenção e superação no automobilismo. Sonny é visto como piloto decadente e precisa quebrar essa barreira.
O longa começa ambientado na tradicional prova das 24 horas de Daytona, da IMSA (Associação Internacional do Esporte a Motor). Da ensolarada Flórida, o filme vai para a cinza Silverstone, na Inglaterra. Os motorhomes desorganizados da categoria americana dão lugar aos luxuosos da Fórmula 1. A diferença de nível entre as categorias é um dos principais apelos do filme.
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