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Ex-jogador critica Botafogo de 2024: 'São uma vergonha os títulos'

Clube carioca recebe críticas das conquistas da temporada de 2024

Supervisionado porLeonardo Damico,
Dia 18/04/2026
18:08
Fabio Mello é um agente FIFA há mais de 20 anos (Foto: Andressa Baldoni/Sport Insider)
imagem cameraFabio Mello é um agente FIFA há mais de 20 anos (Foto: Andressa Baldoni/Sport Insider)

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No sexto episódio da segunda temporada do videocast da N Sports, Rodrigo Capelo entrevista o ex-jogador e agente de atletas e empresário Fabio Mello que atuou em times como São Paulo e Fluminense e é um agente FIFA há mais de 20 anos. O ex-atleta criticou diretamente a atuação de diretores nos clubes brasileiros e títulos conquistados pelo Botafogo no ano de 2024.

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Comentarista dos canais ESPN, Fabio criticou diretamente os títulos do Botafogo em 2024 (Foto: Divulgação)
Comentarista dos canais ESPN, Fabio criticou diretamente os títulos do Botafogo em 2024 (Foto: Divulgação)

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Críticas diretas às conquistas do Botafogo

Fabio defende mudanças profundas e significativas na parte administrativa dos clubes, inclusive para não gerar um exemplo de times campeões que não se sustentam nos anos seguintes

Durante o programa, o ex-jogador disparou sua opinião sobre os títulos do Botafogo no ano de 2024:

- Para mim, são uma vergonha os títulos do Botafogo em 2024. Tirando quem é especialista em finanças, fui um dos primeiros a expor esse modelo do Botafogo, que não era verdadeiro com o que estava acontecendo. Estavam contratando, ganhando, não pagando e servindo de modelo de gestão. Não dá para ser uma referência se somos inadimplentes. Em 2013, o Atlético-MG foi campeão da Libertadores com o mesmo modelo. Esse modelo de ser campeão no Brasil precisa acabar, tem que ser campeão como o Flamengo ou como o Palmeiras - alerta Fabio.

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Reflexão dos cargos diretivo do futebol

Ao mesmo tempo, quando questionado se não dá para fazer futebol profissional sem agente, Fabio traz uma reflexão que justifica o porquê de querer se reinventar:

- Por enquanto, ainda é preciso ter o agente. Na minha visão, o agente se tornará coadjuvante nessa operação, se a cadeia de negócios for séria. As famílias de todas as classes sociais estão estimulando seus filhos a serem jogadores. Os pais não precisam de alguém para indicar os filhos, precisam de orientação, um plano de carreira definido, porque os clubes já têm todas as plataformas de informações. Nossos 40 clubes de série A e B estão extremamente estruturados nesse ponto. Os grandes clubes europeus conhecem tão bem a nossa base, como nós conhecemos. Os agentes perderam importância - apontou o ex-atleta.

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Para concluir seu pensamento, Fabio comentou sobre a função e a sobrecarga dos executivos dos clubes brasileiros:

- Eu vejo os executivos de futebol hoje muito sobrecarregados com a função, se você ligar para um e pedir para tomar um café, ele não consegue. Ele fica no 'furacão' 24 horas por dia. Eles não conseguem sair do ambiente e olhar de cima no próprio clube que está gerindo. Tem um acúmulo de funções, uma pressão direcionada a ele por resultados que não deveria ser só dele e vejo esse executivo com pouca autonomia para que a opinião dele prevaleça - argumentou o agente da FIFA.

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