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Edílson rebate crítica ao Corinthians no BBB 26: 'Vai chorar na Fifa'

Declaração do ex-jogador repercutiu nas redes sociais

São Paulo (SP)
Dia 13/01/2026
21:46
Edílson Capetinha é um dos participantes do BBB 26 (Foto: Reprodução/Instagram/Edilsonjogador)
imagem cameraEdílson Capetinha é um dos participantes do BBB 26 (Foto: Reprodução/Instagram/Edilsonjogador)

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Edílson Capetinha é um dos participantes do BBB 26 (Big Brother Brasil). O ex-jogador entrou no reality no grupo "camarote", que é composto apenas por famosos. Nesta terça-feira (13), no segundo dia de confinamento, o ídolo do Corinthians rebateu uma crítica feita por outro brother.

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Nos realities, é muito comum que os participantes separem um tempo no começo do programa para se conhecerem melhor. Nesta terça, os confinados estavam se apresentando na sala da casa, e Edílson se levantou para contar mais sobre sua história.

Durante a sua apresentação, o ex-atleta estava contando sobre o Mundial que disputou com o Corinthians em 2000, quando o Timão venceu o Vasco, no Maracanã. Durante a fala, um dos companheiros de programa interrompeu o ex-jogador e disse: "Mundial sem Libertadores, né?". Bem humorado, o ídolo corintiano olhou para o participante e disse: "É, vai chorar na Fifa". Logo na sequência, alguns participantes deram risada.

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Por onde anda Edílson Capetinha, ex-atacante do Corinthians?
Edílson Capetinha, ex-atacante do Corinthians (Foto: SC Corinthians)

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Edílson possui uma tatuagem do Vampeta

Nestas primeiras 24 horas do reality, Edílson conversou muito com os outros brothers sobre futebol. Durante o papo, revelou que possui uma tatuagem de Vampeta, seu amigo e ex-companheiro de equipe. Por sinal, foi no Podcast "Campeões da Resenha", apresentado pelo próprio Vampeta, que Edílson revelou o motivo por ter sido apelidado de "Capetinha".

— Eu virei Capetinha em 1993. Porque tinha Edmundo, Edílson e Evair, era o trio "EEE" no Palmeiras. Aí o Edmundo virou "Animal", o Evair virou o "Matador" e eu virei o "Capetinha". Esse foi o trio de ataque de 1993 e 1994. Quem deu esse apelido pra gente foi o Osmar Santos — disse Edílson.

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