Zubeldía explica estratégia da virada, exalta Guga e projeta variações táticas no Fluminense
Treinador revelou que a busca pela vitória sempre foi a prioridade, independentemente do placar adverso

- Matéria
- Mais Notícias
A vitória do Fluminense por 3 a 2 sobre o Santos, na Vila Belmiro, teve o dedo de Luis Zubeldía. Em coletiva após o jogo, o treinador tricolor detalhou as escolhas que mudaram o panorama da partida, com destaque para a atuação de Guga e a ousadia tática de terminar o jogo com dois centroavantes, mesmo diante de um cenário adverso.
📲 Tudo sobre o Tricolor agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Fluminense
A aposta em Guga
Um dos pontos mais elogiados foi a escolha por Guga na lateral-direita, que acabou sendo decisivo com duas assistências. Segundo Zubeldía, a decisão foi estratégica, visando explorar as costas da defesa santista e criar um fluxo ofensivo constante com Savarino.

— Nós pensávamos que era o jogo para que o Guga pudesse desdobrar ali junto com o Savarino, entendendo que ia ser um jogo de "ida e volta". A participação do Guga fez a diferença nas assistências e ele teve um grande jogo. A mentalidade do time foi sempre ganhar, e não apenas manter o resultado — explicou o técnico.
O recurso do "duplo centroavante"
Zubeldía também comentou sobre a estratégia de colocar dois atacantes de referência (John Kennedy e Castillo) na reta final, um movimento que ele já havia utilizado anteriormente e que considera um recurso valioso para partidas que exigem agressividade.

— Antes do segundo gol do Santos, nós já estávamos pensando em fazer a troca para o duplo centroavante. É um recurso que gosto muito e já usei em outras ocasiões. É uma variante tática quando preciso de um jogo mais agressivo dentro da área, especialmente quando temos cruzamentos. Tudo precisa de tempo para testar as combinações entre os jogadores, o que é um luxo que não existe no futebol, mas hoje o recurso funcionou — avaliou.
Gestão de desfalques e futuro
O treinador não ignorou a dificuldade de montar o time com uma lista extensa de baixas — como Lucho Acosta, Martinelli, Canobbio e Nonato. O experimento com Alisson no "triplo" meio-campo (com três volantes/meias) foi uma necessidade que, segundo o comandante, trouxe um controle de jogo que ele aprecia.
➡️ Aposte nos jogos do Fluminense
*É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável.
— Tínhamos muitas baixas. O triplo meio-campo, por exemplo, foi a primeira experiência do Alisson nessa função, e fizemos bem. É um sistema que gosto muito. Temos variantes: um meio-atacante mais vertical, como Lucho, ou um de articulação de passes inteligentes, como Ganso. Tudo isso está na minha cabeça e espero aplicar no momento certo. Vínhamos de quatro jogos sem ganhar, e às vezes os maus resultados ensinam. Hoje, o time entendeu a necessidade de jogar para vencer — concluiu.
O que vem por aí para o Fluminense?
O Fluminense não terá tempo para descanso. O elenco tricolor vira a chave imediatamente para o próximo grande objetivo da temporada: a Copa do Brasil. A maratona de jogos fora de casa está apenas começando e a comissão técnica de Luis Zubeldía precisará gerir o grupo com inteligência para evitar o desgaste físico e manter o desempenho.
Tudo sobre
- Matéria
- Mais Notícias


















