Zubeldía estuda jogar com linha de cinco na zaga e consolida dupla de ataque no Fluminense
Tricolor tem maratona de jogos até a Copa do Mundo

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Dividido em três competições: Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil, Zubeldía começa a buscar variações para o Fluminense. O treinador participou ativamente do mercado junto com a diretoria com o objetivo de alargar e qualificar o elenco. Internamente, o Tricolor entende que o objetivo foi cumprido, mas que ainda pode preencher lacunas na janela do meio do ano.
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Perto de completar sete meses no comando do Flu, Luis Zubeldía tem um time muito bem consolidado: 4-3-3 ou 4-2-3-1 (como preferir) com dois volantes que marcam e jogam, um meia de criação e dois atacantes de força pelos lados. Se alguém pedir um retrato do time do argentino, é esse.
Nas últimas semanas, esse retrato começou a ter uma pequena alteração. Savarino se consolidou entre as principais peças do time e fez uma das pontas se tornar mais um local de armação. Além dele, Arana também passou a ter mais espaço entre os titulares e ofereceu características quase que opostas as de Renê. Mas Zubeldía tem mais variações em mente para o elenco.
Uma delas, vista com frequência nos últimos jogos, é a formação com dois centroavantes. O treinador entende que essa possibilidade ganha força com a presença de um jogador como Castillo, que tem boa jogada aérea. A defesa adversária tem mais dificuldade de se proteger contra dois camisa nove na área.
Outra formação é com três defensores. O primeiro olhar pode fazer parecer que o time ficaria mais defensivo dessa forma, mas pelo jeito do Fluminense de jogar, a opção daria mais liberdade aos volantes e laterais no ataque. Na defesa, é claro, a formação traz segurança na bola aérea e proteção da própria área.
Zubeldía vai para os jogos quase sempre com essa possibilidade em mente, mas olhando pelo lado defensivo. O treinador dificilmente leva menos de cinco zagueiros de ofício para as partidas. A opção vem sendo trabalhada e pode aparecer no decorrer das partidas ou até no time titular em caso de baixas.
Contra o Santos, o Fluminense entrou com um tripé de volantes por conta das baixas. Martinelli e Canobbio suspensos, Nonato e Lucho lesionados. Por essas condições, Zubeldía avaliou jogar com uma linha de cinco, mas acabou optando por Alisson como titular no meio.
Visto como largo e diverso, o elenco deve ser explorado por Zubeldía nessa sequência de jogos de Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores. O Fluminense tem o objetivo de brigar por todas as três competições e vai precisar variar o time para isso.
O que vem por aí?
A vitória sobre o Santos marcou apenas o início de uma jornada extenuante para o Fluminense. Dos próximos cinco compromissos, quatro serão disputados longe do Rio de Janeiro, exigindo força máxima e uma gestão de elenco precisa de Zubeldía. O calendário, que coloca o Tricolor em frentes decisivas na Copa do Brasil e na Libertadores, não admite margem para erros, especialmente nos desafios internacionais.
Após a vitória na Vila Belmiro, o Fluminense agora se prepara para enfrentar o Operário-PR, pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil, o Bolívar, na altitude, e o Independiente Rivadavia, ambos pela Libertadores, além de um confronto contra o Internacional pelo Brasileirão.
O único respiro nessa maratona será no domingo, dia 26, quando a equipe recebe a Chapecoense no Maracanã. A atenção é redobrada na Libertadores: com as derrotas nas duas primeiras rodadas, qualquer deslize nesses jogos fora de casa pode ser fatal para as pretensões tricolores na busca pelo título.
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