A nova química do Fluminense: John Kennedy e Zubeldía, uma parceria que decide
JK mantém a tradição de ser um "homem-gol" nos momentos cruciais das partidas

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A vitória do Fluminense por 3 a 2 sobre o Santos, na Vila Belmiro, teve uma assinatura que a torcida tricolor já conhece bem: a de John Kennedy. Ao sair do banco de reservas e garantir o gol da virada aos 40 minutos do segundo tempo, o atacante reforçou uma marca que tem sido fundamental para o técnico Luis Zubeldía: a sua capacidade de decidir partidas mesmo sem começar entre os 11 iniciais.
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A relação entre o atacante e o treinador tem sido extremamente produtiva. Sob o comando do argentino, John Kennedy atingiu a marca de 8 gols marcados, liderando o ranking de goleadores do elenco desde a chegada de Zubeldía. A eficiência do "Moleque de Xerém" fica clara quando olhamos para a frequência com que ele coloca a bola na rede ou serve os companheiros. Segundo o Superscore, o atacante precisa, em média, de apenas 169 minutos para participar diretamente de um gol.
Confira o levantamento do Superscore sobre John Kennedy com Zubeldía:
Jogos: 32 (19 como titular)
Gols: 8
Assistências: 2
Média de participação: 1 gol ou assistência a cada 169 minutos
A faceta de "reserva de luxo" que decide jogos não é de agora. Quando o atacante marca saindo do banco, o Fluminense possui um aproveitamento de 80%. São 15 jogos em que John Kennedy saiu do banco para balançar a rede, resultando em 11 vitórias, 3 empates e apenas 1 derrota.
É importante destacar que 10 desses gols garantiram a vitória do Fluminense, provando que o atacante tem estrela em momentos críticos:
Santos 2-3 Fluminense: 3º gol (Virada)
Fluminense 6-0 São Paulo: 1º gol
Fluminense 2-0 Sampaio Corrêa: 1º gol
Fluminense 2-0 Al-Ahly: 1º gol
Fluminense 2-1 Boca Juniors: 2º gol
Internacional 1-2 Fluminense: 2º gol
Fluminense 3-1 América-MG: 2º gol
Fluminense 2-0 Argentinos Juniors: 1º gol
Paysandu 0-3 Fluminense: 1º gol
Fluminense 3-1 Nova Iguaçu: 2º gol
Boavista 0-2 Fluminense: 1º gol
A lista de confrontos em que John Kennedy resolveu vindo do banco inclui jogos de peso, como a final da Libertadores contra o Boca Juniors (2023), o Mundial de Clubes contra o Al-Ahly e, agora, a virada sobre o Santos.
Apesar do protagonismo de John Kennedy, o Fluminense de Luis Zubeldía tem construído uma distribuição de gols que dá segurança ao treinador. Analisando os números consolidados de 2026 pelo Superscore, é possível observar que outros nomes também têm carregado o piano ofensivo:
| Jogador | Jogos (Titular) | Gols | Assistências |
|---|---|---|---|
John Kennedy | 23 (18) | 8 | 1 |
Serna | 22 (13) | 5 | 1 |
Canobbio | 17 (17) | 4 | 1 |
Rodrigo Castillo | 10 (4) | 3 | 1 |
O uso de John Kennedy por Luis Zubeldía tem seguido uma lógica de alternância, com o atleta sendo utilizado tanto como titular quanto como alternativa de mudança de característica ofensiva durante o decorrer dos jogos. O histórico confirma que o jogador tem respondido com produtividade numérica em ambos os cenários. A consolidação do atacante nas variações táticas da comissão técnica oferece ao treinador opções para diferentes momentos do calendário de jogos.
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