Trunfo para o Flamengo? Venda de Paquetá poderia ajudar West Ham; entenda
Flamengo segue em negociações para repatriar meia da Seleção

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A possível venda de Lucas Paquetá ao Flamengo pode representar não apenas um reforço de peso para o clube carioca, mas também um importante alívio financeiro para o West Ham, que acompanha de perto as regras de Profit and Sustainability Rules (PSR) da Premier League.
Os clubes da elite inglesa precisaram entregar à liga, até o dia 31 de dezembro, as versões auditadas de suas contas financeiras. A expectativa era de que os veredictos fossem divulgados até a última quarta-feira (14), mas ainda sem informações.. Pelas normas da competição, as equipes podem registrar prejuízos de até 105 milhões de libras (cerca de R$ 756 milhões) em um período de três temporadas sem sofrer sanções.
De acordo com o jornal "The i Paper", todos os 20 clubes da Premier League devem cumprir as regras do PSR na primeira parte do período de três anos. Ao comentar o cenário, o professor Rob Wilson, especialista em finanças do futebol, afirmou que "ninguém vai perder o sono este ano", destacando que as punições recentes aplicadas a Everton e Nottingham Forest tiveram grande impacto no comportamento do mercado.
Mesmo assim, a cautela é a palavra de ordem. Wilson explica que, somadas às exigências mais rígidas da Uefa, as regras financeiras devem reduzir o volume de negócios nesta janela de janeiro, já que os clubes ingleses passaram a ser mais conservadores com seus investimentos.
West Ham segue gastando na luta contra o rebaixamento
Apesar do cenário, o West Ham não corre risco imediato de violar o PSR, o que abre margem para seguir investindo. O clube londrino já gastou cerca de 46 milhões de libras nesta janela, com as contratações de Pablo (20 milhões de libras) e Taty Castellanos (26 milhões de libras), além de ter vendido Luis Guilherme para o Sporting por 17,4 milhões de libras.

Dentro de campo, porém, a situação é delicada. Os Hammers ocupam a 18ª colocação da Premier League, sete pontos atrás da primeira equipe fora da zona de rebaixamento (Nottingham Forest), com apenas três vitórias em 17 jogos. A tendência é que o técnico Nuno Espírito Santo siga pressionando por reforços, especialmente para os setores defensivo e de meio-campo.
Paquetá seguir ajudando em campo, mas pode "contribuir" do lado fincaneiro
Nesse contexto, a venda de Lucas Paquetá ao Flamengo surge como uma solução estratégica. Segundo o próprio noticiário inglês, uma negociação por valor significativo permitiria ao West Ham reforçar ainda mais o elenco sem preocupações imediatas com o PSR.
De acordo com o jornalista Venê Casagrande, as conversas entre Flamengo e o jogador avançam positivamente. O Rubro-Negro ofereceu um contrato de quatro anos ao meia da Seleção Brasileira, e o otimismo cresce entre as partes.
Como revelou o jornal "The Guardian", o clube inglês aceita vender Paquetá ainda em janeiro, mas propõe que o Flamengo empreste o jogador de volta até o fim da temporada europeia, em 30 de junho. O motivo é esportivo: o West Ham luta contra o rebaixamento, e o brasileiro é considerado a principal peça da equipe.
Além disso, nesse formato, a venda entraria no Fair Play Financeiro, liberando espaço para novas contratações já nesta janela. Diante desse cenário, o West Ham estaria disposto a reduzir a pedida para 45 milhões de euros. O Flamengo, até o momento, ofereceu 35 milhões de euros.
A diretoria rubro-negra avalia a proposta antes de dar uma resposta definitiva. Paquetá, por sua vez, já manifestou ao clube inglês o desejo de retornar ao Brasil. Segundo o meia, o maior problema não é o o clube londrino, mas sim uma decisão pessoal de deixar a Europa e "voltar para casa".

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