OPINIÃO: Filipe Luís e uma trajetória voltada para treinar o Flamengo
Técnico conquista a Libertadores em mais um capítulo da sua história rubro-negra

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Três dos quatro títulos do Flamengo na Libertadores tiveram a marca de Filipe Luís. Dois como jogador, um como treinador. É o nono na história a vencer a competição nas duas funções. E o segundo brasileiro, se juntando a Renato Gaúcho.
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As duas facetas do ídolo rubro-negro se misturam. Como atleta, já impressionava a todos com seu conhecimento tático e liderança. Poucas vezes se teve tanta certeza de que um jogador ainda em atividade seria um grande técnico. Lia o jogo de dentro das quatro linhas, orientava os companheiros. E a ascensão como treinador foi meteórica: vence a Libertadores menos de dois anos após pendurar as chuteiras, comandando vários de seus ex-parceiros de vestiário.

Parece que a trajetória de Filipe Luís foi construída para este momento: nasceu para treinar o Flamengo. A carreira como jogador foi brilhante, não leve a mal. Um ótimo lateral, inteligente, cheio de classe. Mas os anos de atleta, as experiências nos maiores palcos do mundo, foram aulas preciosas para brilhar agora. Um passinho ao lado, à beira do campo.
Juntou o torcedor rubro-negro com o jogador europeu. Aprendeu com Simeone e Jorge Jesus. Sabe o que é o Flamengo. Sabe o que é o futebol brasileiro. Sabe o que é o futebol moderno. E só assim para satisfazer essa torcida, que quer um time que jogue bem e vença. Que encante e seja eficiente. Que compita em todos os torneios. Parece demais. Muitos tentaram e falharam. Mas não Filipe Luís.
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Torcedor, jogador e técnico do Flamengo
O ex-lateral foi corajoso. Assumiu a bronca no susto e venceu de cara uma Copa do Brasil. Continuou trabalhando, estudando e evoluindo pelo Flamengo. Com a conquista da Libertadores, sobe mais alguns postos entre os ídolos rubro-negros. A tendência é que receba propostas da Europa, quem sabe da Seleção um dia. Se sair, leva a gratidão. Se ficar? Continuará enfrentando a exigência diária do torcedor. Mas Filipe sabe bem, é um deles. E ninguém cobra tanto do seu trabalho quanto ele mesmo.
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