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Leonardo Jardim destaca desempenho e gestão física do Flamengo: 'Vitória grande'

Rubro-Negro venceu o clássico por 2 a 1

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Mauricio Luz
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 12/04/2026
21:08
Atualizado há 16 minutos
Leonardo Jardim em coletiva de imprensa (Foto: Maurício Luz/Lance!)
imagem cameraLeonardo Jardim em coletiva de imprensa (Foto: Maurício Luz/Lance!)

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O Flamengo venceu o Fluminense por 2 a 1 neste domingo (12), no Maracanã, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. O técnico Leonardo Jardim avaliou a atuação da equipe, destacando o controle durante boa parte da clássico, a eficiência ofensiva e a gestão física do elenco após a sequência dos últimos jogos.

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Segundo o treinador, o Flamengo teve domínio das ações principalmente até o momento do gol adversário, quando ainda criava oportunidades para ampliar o placar. A equipe abriu 2 a 0 com Pedro, enquanto Savarino descontou para o Fluminense na etapa final.

— Existiu um momento do primeiro tempo até a bola na trave e teve o gol do Fluminense, que foi algo infortúnio. Nós estávamos mais perto do terceiro gol do que eles de diminuírem naquele momento. Depois das situações em que falhamos e da pressão que colocamos durante 75 minutos, levar um gol daqueles fez a equipe ficar um pouco amarrada. Não conseguimos pressionar tanto e o adversário pensou que estava em um dia de sorte. Nossos volantes estavam com algum desgaste, tínhamos usado os dois no jogo da altitude. Infelizmente temos três volantes de fora e essa era minha maior preocupação para manter o ritmo, mas conseguimos com o esforço de todos. Mas foi uma vitória gigantesca em termos de mérito. A final do Carioca foi muito mais equilibrada, hoje, se a felicidade da finalização estivesse do nosso lado, poderíamos estar com três ou quatro (gols) até os 35 minutos (do primeiro tempo). Pressionamos bem e tivemos linhas altas — avaliou.

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Leonardo Jardim em coletiva de imprensa (Foto: Maurício Luz/Lance!)
Leonardo Jardim em coletiva de imprensa (Foto: Maurício Luz/Lance!)

Adiamento do clássico

Leonardo Jardim ainda abordou o adiamento da partida, inicialmente marcada para sábado (11), destacando que a mudança beneficiou as duas equipes em termos de recuperação física e preparação.

— Acho que o dia a mais (do jogo) não deveria ser a questão. E sim, o que o dia a mais para Fluminense e Flamengo proporcionou para cada. As equipes tiveram mais tempo para se organizarem, os jogadores estiveram mais descansados, porque foram três jogos em sete dias, e foi melhor para o espetáculo. Com jogadores mais frescos há mais espetáculo e menos lesão. São aspectos extremamente positivos. O resultado é outra questão. Eu poderia ter perdido que falaria a mesma coisa. Sem falar do goleiro, nós mudamos seis jogadores do jogo da altitude (Cusco). O Fluminense tinha um jogo a mais, mas teve a mesma equipe. Vantagem e desvantagem é linear, por isso eles aceitaram (adiar um dia). Nós não sabíamos que o Fluminense iria aceitar, por isso fizemos essa rotatividade do time que jogou no Peru, com Evertton (Araújo), Paquetá, Léo (Pereira) e Plata, mais o goleiro— concluiu.

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Outras respostas de Leonardo Jardim após Fluminense x Flamengo

Pedro

— Não quero falar do passado, só do presente. Conhecemos o Pedro e exigimos um comportamento, que ele tem conseguido entregar e tem feito os gols. Estamos satisfeitos com ele e com a atitude. Ele é um jogador completo na finalização, no apoio, bom para jogarmos da forma que jogamos hoje. Quando quisermos jogar em transição, temos o Wallace Yan, o Bruno Henrique… Temos opções consoantes às nossas necessidades.

Como preparar o time para um clássico

— Nossa intenção é melhorar dia a dia o nosso comportamento. Sabemos a dificuldade que o Fluminense impõe neste clássico. Observei os últimos jogos contra eles e vi que, nos últimos dez jogos, o Flamengo só fez gol no Fluminense no primeiro tempo duas vezes. E falei que tinha que mudar isso, que tinha que marcar no primeiro tempo. Normalmente, o Fluminense entra forte. Os jogadores receberam a mensagem e fizeram bem feito.

Expulsão do Carrascal

— Algumas expulsões são atitudes irrefletidas, acho que não tem necessidade do Carrascal entrar daquela forma, mas foi a ânsia de tirar. Se não fosse vermelho, seria amarelo. O Martinelli fez uma falta parecida e levou amarelo. É muito importante o controle emocional. Quando a gente pede mais pegada, as emoções ficam à flor da pele. Eu prefiro corrigir quando entram com essa pegada do que estarmos apáticos e sem essa pegada.

Lucas Paquetá como volante

— Já falei sobre ele quando cheguei. Ele pode fazer várias posições, fez isso na carreira. Pode ser um segundo volante, um meia mais ofensivo… É um jogador coringa, pode jogar em várias posições. Tem evoluído, vai nos ajudar nas diferentes posições.

Evertton Araújo

— É um menino que gosto muito. Quando cheguei ele não teve muitas oportunidades, mas eu conversei com ele e disse que as oportunidades iriam aparecer. Falei com ele sobre não perder a bola, sobre jogar para a frente. É um modelo de jogador que tem sucesso na Europa. Tem capacidade física, tem arraste, tem bom duelo. Foi um dos jogadores mais regulares nos últimos jogos, fico feliz. É um menino que trabalha, humilde e bom exemplo para vários jogadores jovens. Tem 22 anos e já joga muitas partidas pelo Flamengo. Não só a parte física e técnica, mas a capacidade de trabalho. Estou satisfeito.

Perseguição ao Palmeiras

— O Flamengo não joga sozinho, tem seus adversários, que vão tentar nos contrariar. Cada jogo é uma final. Agora vamos pensar na Libertadores e depois olhar para o campeonato. Temos que fazer o nosso trabalho, como aconteceu hoje, conquistar mais três pontos, continuar subindo na tabela. Vamos fazer o nosso e deixar ver o que vai acontecer aos outros.

Substituições

— Eu tentei encaixar o De la Cruz com três no meio porque nossos volantes estavam sobrecarregados. O Paquetá não saltava mais a pressão, o Evertton estava cansado. Tentei povoar o meio. Depois coloquei o Bruno Henrique para jogar mais avançado com profundidade. Tivemos duas chances, com Plata e Bruno Henrique, que se fizéssemos o gol já iríamos para quatro. Acabamos por não matar o jogo e sofremos. Sinceramente, se o Fluminense empatasse o jogo, seria uma injustiça muito grande. Acho que o futebol não é tão injusto assim e favorece sempre os melhores.

Disputa entre Alex Sandro e Ayrton Lucas

— Eu vejo isso como uma felicidade para o treinador ter um jogador como o Alex pela experiência e um jogador um pouco mais jovem com a qualidade do Ayrton, ele já esteve na Seleção Brasileira, não estamos falando de um jogador qualquer. Com as conversas que eu tive com Ayrton, eu disse isso para ele. É esse Ayrton Lucas que temos que recuperar, porque necessito de dois jogadores competitivos para que possam nos dar soluções, porque sabemos que alguns dos nossos jogadores encaixar três jogos seguidos, principalmente aqueles que têm uma certa idade, podem representar um risco de lesão. O Ayrton não jogou antes porque tinha um problema no adutor, teve que resolver, e tivemos que jogar mais com o Alex, que teve uma mialgia. Aconteceu a situação do Erick, tive que pôr um pouco mais o Jorginho e ele teve também uma mialgia. Por isso temos que ter essa gestão.

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