ANÁLISE: Cruzeiro amadurece com Artur Jorge e mostra que poder de reação será o trunfo para virar a chave

O Cruzeiro venceu a segunda partida seguida dentro de casa

PorEduardo StatutiBelo Horizonte (MG)
13/04/2026 05:00
Atualizado em 13/04/2026 09:24
Cruzeiro x Red Bull Bragantino, no Mineirão (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)
Cruzeiro x Red Bull Bragantino, no Mineirão (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)

Mais do que os três pontos somados, o Cruzeiro mostrou no 2 a 1 contra o Red Bull Bragantino um poder de reação que deverá ser fundamental para a equipe sair da zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

Diferente de outras partidas nas quais a Raposa saiu na frente e se desesperou ao primeiro sinal ruim, contra o Massa Bruta, o time conseguiu manter a cabeça no lugar mesmo com a desvantagem e virar a peleja no Mineirão.

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Escalação repetida

O técnico Artur Jorge manteve as alterações que fez na equipe para o duelo contra o Barcelona-EQU. Fagner e Jonathan Jesus foram titulares e muito importantes para a vitória contra o Bragantino. O lateral inclusive foi o principal 'arco' do grupo lançando ótimas bolas para Neyser, que desperdiçou muitas chances.

Cruzeiro x Red Bull Bragantino, no Mineirão (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)
Cruzeiro x Red Bull Bragantino, no Mineirão (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)

Das últimas quatro derrotas dos paulistas, em três seus adversários apostaram em jogadas pelos cantos, estratégia usada pelo Cruzeiro, tanto que os dois gols tiveram origens em lançamentos dos laterais.

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O primeiro deles, com Fagner lançando Neyser, que finalizou à esquerda de Tiago Volpi. No segundo, Kaiki lançou Neyser, que chutou para defesa de Volpi. No rebote, Arroyo passou para Christian balançar as redes mais uma vez.

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Falhas da defesa

Diferente do que aconteceu nas últimas duas vitórias do Cruzeiro, a equipe não teve uma defesa tão limpa. O time desarmou menos que seu adversário mesmo com menos posse de bola e venceu menos duelos.

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Mas a principal falha foi de Matheus Cunha. O goleiro sofreu um gol defensável no primeiro tempo. As vaias da torcida poderiam ter abalado o defensor, mas, assim como o Cabuloso, o arqueiro mostrou resiliência e foi seguro no restante da partida, apesar de ter sido pouco testado.

Na pressão na saída de bola do Bragantino, o Cruzeiro criou boas oportunidades. A mais clara delas, depois de um desarme de Gerson que acabou em finalização errada por Neyser.

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