Pedido da Conmebol por 64 seleções na Copa de 2030 encontra resistência e está descartado
Demais confederações se mostraram contrárias, e entidade manterá os 48 participantes

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Apesar de ainda não haver uma comunicação oficial, a Fifa não vai atender aos apelos da Conmebol, que deseja ampliar o número de seleções na Copa do Mundo de 2030 para que aconteçam mais jogos na América do Sul. A ideia não encontrou eco nos bastidores da entidade e enfrenta forte resistência das demais confederações.
A competição terá jogos na Argentina, Uruguai e Paraguai antes de a disputa prosseguir na Espanha, Portugal e Marrocos e, com isso, a entidade sul-americana desejava aumentar a quantidade de participantes para 64, mas a Fifa já descartou qualquer possibilidade de alteração.
A informação foi confirmada por pessoas ligadas às confederações. Outras entidades, como Uefa e Concacaf, e a Confederação Asiática se manifestaram internamente na Fifa também contrárias às mudanças. Até mesmo dentro da Conmebol a mudança encontra alguma resistência e não é uma unanimidade.
A iniciativa da Conmebol ganhou projeção em uma reunião em Nova York, em setembro de 2025, do presidente da Fifa, Gianni Infantino, com mandatários das federações de Uruguai e Paraguai, além do presidente da entidade sul-americana, Alejandro Dominguez. Não havia na ocasião representante da Argentina.
A ideia dos sul-americanos era de que, em vez de ser disputada apenas uma partida em cada um dos países, Paraguai, Argentina e Uruguai passassem a sediar jogos de um grupo completo cada. Assim, a competição, atualmente com 48 seleções, passaria para 64.
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