A 38 dias da Copa: o 'abismo' de 39 cm que marcou a história do Mundial
Duelo entre "grandão" e "baixinho" entrou para a história das Copas

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Faltam apenas 38 dias para o início da Copa do Mundo 2026 e, enquanto as seleções ajustam os últimos detalhes, a fita métrica nos lembra que o futebol nem sempre é nivelado. O recorde histórico de contraste físico pertence ao Mundial de 2006, na Alemanha, quando a diferença de estatura entre dois adversários virou um caso inesquecível.
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O inusitado choque de proporções aconteceu com total naturalidade durante o duelo entre as extintas seleções de Sérvia e Montenegro e Costa do Marfim. A discrepância entre as características físicas dos atletas escalados por cada equipe rendeu uma imagem tão curiosa que, após 20 anos, ainda reina no topo das curiosidades dos mundiais. De um lado, Nikola Zigic (2,02) e do outro o ponta Bakary Koné (1,63 m).
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Edição dos baixinhos e grandalhões 🤔
Curiosamente, a edição alemã parece ter sido o ano dos extremos. As três marcas seguintes no ranking de diferença de estatura também ocorreram na mesma Copa, há 20 anos, todas empatadas com 36 centímetros de diferença. Inclusive, no mesmo jogo do recorde principal, o próprio gigante Zigic voltou a sobrar: dessa vez, quem precisou olhar para cima foi o lateral Arthur Boka, que media 1,66 metro.
A regra do "pescoço doendo" também se aplicou ao confronto entre Inglaterra e Trinidad e Tobago. Na ocasião, o zagueirão caribenho Dennis Lawrence (2,01 m) dividiu espaço com o inglês Aaron Lennon (1,65 m).
Para fechar a lista de altos e baixos, o "grandalhão" alemão Per Mertesacker, com seus 1,98 m, esbarrou no equatoriano Christian Lara. E o meia sul-americano não serviu apenas para compor essa estatística de contrastes: com apenas 1,62 metro, Lara cravou seu próprio nome na história como o jogador mais baixo a pisar nos gramados de uma Copa do Mundo neste século.
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