Saiba a importância do Masters 1000 de Madri na carreira de João Fonseca
Brasileiro, em 2024, aos 17 anos, estreou em torneios desse nível na Espanha

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De todos os torneios que já disputou, certamente, o Masters 1000 de Madri tem enorme importância na carreira de João Fonseca. Afinal, foi lá, em 2024, aos 17 anos e apenas como o 242º do mundo, que o brasileiro jogou um torneio desse nível pela primeira vez. Na sexta-feira, o carioca, já como o 31º melhor do mundo e 15 vitórias em 26 jogos desse porte, retorna para sua terceira participação na capital espanhola, em uma inédita condição como cabeça de chave.
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Os Masters 1000 foram lançados em 1990 e, desde então, entre os brasileiros, apenas Gustavo Kuerten (com 109, em 171 jogos e cinco títulos) e Thomaz Bellucci (com 33, em 86 confrontos) venceram mais partidas do que João Fonseca nesse nível.

Como foi a estreia de João Fonseca em Madri
Dois meses antes de estrear em Madri, há dois anos, o brasileiro venceu suas primeiras partidas de ATP na carreira. Foi no Rio Open, quando o anfitrião passou pelo francês Arthur Fils (36º) e pelo chileno Cristian Garin (88º). Tal como o torneio espanhol, a disputa no Jockey Club foi um divisor de águas na carreira do brasileiro, que entrou como o 655º do mundo e pulou para a 343ª posição no ranking mundial.
Quando debutou na Caja Mágica espanhola, como convidado, tal como no Rio Open, o pupilo do técnico Guilherme Teixeira se deparou com outro bom nome da nova geração, o americano Alex Michelsen (70º), um ano mais velho. E venceu de virada, por 4/6, 6/0 e 6/2 (vídeo abaixo). O brasileiro acabou perdendo na rodada seguinte, para o experiente britânico Cameron Norrie (30º), por 6/1 e 6/4. Foi a única participação do carioca em
O número 1 do brasil, já como o 65º do mundo e sem precisar de convite, retornou há um ano ao Masters 1000 de Madri. Novamente, venceu a estreia, dessa vez contra o austríaco Elmer Moller (114º, por 6/2 e 6/3), e perdeu na segunda rodada (em dois tiebreaks, diante do americano Tommy Paul, então 12º do mundo).

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Nesta sexta-feira, João Fonseca enfrenta, pela primeira vez na carreira, o experiente croata Marin Cilic (51 e ex-top 3, ranking alcançado em 2018), de 37 anos.
Campeão do US Open de 2014, o mais importante de seus 21 títulos, o tenista nascido na Croácia está longe de ser um especialista no saibro, o piso do torneio em Madri. Tanto que foram dois troféus até hoje na superfície: em 2017 (em Istambul, na Turquia) e em 2012, em Umag, na Croácia, ambos ATP's 250.
Em Madri, Cilic soma 14 vitórias em 25 jogos (11 participações), tendo como melhor resultado as quartas de final de 2019, quando foi superado pelo sérvio Novak Djokovic. Ano passado, o ex-top 3 parou na estreia na capital espanhola: 6/3 e 6/2 para o francês Benjamin Bonzi (62º).
- Definitivamente será divertido, uma batalha de gerações. João está crescendo no ranking, jogando melhor e melhor a cada temporada. Será divertido jogar contra ele e eu tentarei fazer o meu melhor.
A torcida estará lá, mas isso é o tênis. É preciso aproveitar esses momentos para trazer a intensidade e as emoções. Será uma batalha legal - previu o croata.

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