Premiação de Djokovic em quadra supera o PIB de países inteiros
O sérvio é o maior campeão de Grand Slams da história do tênis

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Novak Djokovic não é apenas um colecionador de recordes em quadra; o sérvio é uma potência econômica ambulante. Ao longo da carreira, o tenista atingiu o montante de US$ 192,6 milhões (aproximadamente R$ 1,05 bilhão) apenas em premiações, superando o PIB anual de alguns países.
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Entre as nações que produzem menos riqueza por ano do que o atual número 3 do mundo acumulou com a raquete, estão Tuvalu (US$ 61 milhões), Montserrat (US$ 80,43 milhões) e Nauru (US$ 183 milhões).
Vale lembrar que essa cifra bilionária do tenista faz referência apenas ao prize money, sem contabilizar contratos publicitários e patrocínios.
Aos 38 anos, Novak Djokovic soma 24 títulos de Grand Slam e acumula US$ 64,2 milhões (R$ 350 milhões) em premiações nessas competições. Em torneios de nível Masters 1000, o sérvio ostenta o recorde de 40 títulos, que renderam cerca de US$ 45 milhões. O restante do montante bilionário vem de suas sete conquistas no ATP Finals, além de bônus por desempenho e participações em rodadas avançadas ao longo da carreira.
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O que dá para fazer com R$ 1,05 bilhão?
Para se ter uma ideia do tamanho do "cofre" de Djokovic, com o valor das suas premiações seria possível:
- Comprar o elenco do Flamengo: O valor é suficiente para adquirir quase todos os direitos econômicos do atual elenco rubro-negro, o mais valioso do Brasil.
- Fundar um país (financeiramente): Como citado, o valor bancaria toda a produção de bens e serviços das economias de Tuvalu e Nauru.
- Frota de Luxo: Seria possível comprar cerca de 35 unidades da Bugatti Chiron, um dos carros mais caros e exclusivos do mundo.
- Vida de Realeza: O montante pagaria mais de 50 anos de hospedagem na suíte mais cara do hotel Burj Al Arab, em Dubai, com direito a mordomo 24h e mimos de ouro.
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