Entenda por que o saibro é o piso preferido dos brasileiros
País tem histórico de bons resultados e títulos na superfície

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Não é de hoje que o saibro, como o de Roland Garros, onde João Fonseca já está nas quartas de final, é a superfície preferida dos brasileiros. De uma maneira geral, os sul-americanos optam por esse tipo de quadra. E uma das respostas a essa preferência se dá ao fato de ser a predominância dos torneios no continente.
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Na história recente do tênis do Brasil, foram no piso lento as maiores conquistas. O destaque vai para Guga Kuerten, tricampeão em Roland Garros, em 1997, 2000 e 2001. Parceiro do ídolo catarinense em alguns torneios de duplas, Fernando Meligeni também alcançou um feito incomum para o tênis do país em 1999, em Roland Garros, a semifinal.
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Dos 20 títulos de Guga, nada menos que 14 foram na superfície preferida dos brasileiros. Inclusive o último da carreira, conquistado no Brasil Open, em fevereiro de 2004.
Ex-número 25 do mundo, quarto melhor ranking já alcançado por um tenista do país, Fernando Meligeni conquistou três ATP's. Todos no piso lento: em Praga, Pinehurst e Bastad.
O paulista Thomaz Bellucci, ex-21º do mundo, segundo melhor ranking da história do tênis masculino brasileiro, venceu todos os quatro ATP's nessa mesma superfície. Foram dois em Gstaad, outro em Genebra e mais um em Santiago.
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No piso lento de Paris, o auge de Bia Haddad
Há três anos, Bia Haddad Maia entrou para o seleto grupo dos tenistas do país que passaram das quartas de final nas simples. Na mesma temporada, alcançou o melhor ranking da carreira: 10º.
Primeiro título de João Fonseca foi no saibro
Corta para fevereiro de 2025. No ATP 250 de Buenos Aires, João Fonseca fez história, ao se tornar, aos 18 anos, o mais jovem do país a erguer um troféu desse nível, na capital argentina. Um doce para quem adivinhar o piso.
Saibro, é claro.

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