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Aproveitamento de breaks tem sido um desafio para João Fonseca; veja números

Brasileiro converteu apenas 27% das chances que teve

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Gustavo Loio
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 23/02/2026
15:37
Atualizado há 7 minutos
João Fonseca na derrota para o peruano Ignacio Buse nas oitavas do Rio Open (Foto: João Pires/Fotojump)
imagem cameraJoão Fonseca na derrota para o peruano Ignacio Buse nas oitavas do Rio Open (Foto: João Pires/Fotojump)

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Campeão das duplas do Rio Open, domingo, com Marcelo Melo, João Fonseca ainda busca uma sequência de vitórias nas simples, na temporada. Até agora, são três derrotas em quatro jogos em 2026. No ATP 500 no Jockey Club, após o triunfo sobre o compatriota Thiago Monteiro na estreia, o número 1 do Brasil e 38 do mundo parou nas oitavas de final, diante do peruano Ignacio Buse (91º), de virada.

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Até agora, o carioca, de 19 anos, tem aproveitamento de apenas 27% de break points convertidos na temporada em 30 oportunidades (contra 36% em 300 em toda a temporada passada).

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Em janeiro, após desistir dos ATP's de Brisbane e Adelaide, devido a dores na lombar, e sem disputar uma partida oficial desde o final de outubro, o brasileiro estreou no Australian Open. E só aproveitou duas das nove chances (aproveitamento de 22%) que teve de levar a melhor no serviço do americano Eliot Spizzirri (85º).

Há duas semanas, no saibro do ATP 250 de Buenos Aires, onde defendia o título, o número 1 do Brasil teve sete chances de quebrar o serviço do chileno Alejandro Tabilo (71º). E aproveitou três delas (aproveitamento de 43%).

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Em sua única vitória no ano, nas simples, até aqui, o pupilo do técnico Guilherme Teixeira teve cinco breaks contra Monteiro (208º). E duas delas se converteram em games para o carioca (40% de aproveitamento).

Provavelmente em sua derrota mais dolorosa até aqui em 2026, João Fonseca teve nada menos que nove chances de quebra contra o peruano Ignacio Buse (91º), nas oitavas do Rio Open. E só aproveitou uma delas. Só na abertura do segundo set e no oitavo game do terceiro (quando o rival sacava em 0/40), o anfitrião deixou escapar seis chances.

– Neste nível, não dá para perder oportunidades como essas. Bobagem da minha parte. Mas é um processo. Seguir trabalhando, seguir melhorando. Triste com a derrota. Se eu não errasse, teria ganhado provavelmente. Foi um dia em que não consegui me encontrar muito bem. Coisas do tênis – reconheceu, sem esconder a frustração, após o revés para o atleta do Peru.

Já o aproveitamento de breaks salvos pelo brasileiro é de 63%, em 30 enfrentados na temporada.

João Fonseca volta em exibição

O próximo desafio do carioca é o MGM Slam, torneio-exibição que começa em 1º de março, em Las Vegas. De lá, o número 1 do Brasil segue para os primeiros Masters 1000 da temporada: Indian Wells, a partir de 4 de março, e Miami, que tem início 14 dias depois.

Ano passado, o brasileiro parou na segunda rodada do torneio californiano e na terceira da disputa na Flórida.

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Gráfico mostra o  aproveitamento de break points de João Fonseca em 2026 (Reprodução)
ráfico mostra o aproveitamento de break points de João Fonseca em 2026 (Reprodução)
João Fonseca na derrota para o peruano Ignacio Buse nas oitavas do Rio Open (Foto: João Pires/Fotojump)
João Fonseca na derrota para o peruano Ignacio Buse nas oitavas do Rio Open (Foto: João Pires/Fotojump)

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