Arboleda pede o fim de 'medida segregativa' ao São Paulo e deve viajar novamente
Zagueiro tem contrato até o final do último ano

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Arboleda enviou uma notificação ao São Paulo solicitando o fim da "medida segregativa" aplicada pelo clube e pedindo sua reintegração ao elenco tricolor. O documento foi encaminhado à diretoria com um prazo de 48 horas para resposta.
Do lado do clube, porém, o Lance! apurou que a situação é tratada internamente como encerrada. A diretoria chegou a avaliar uma rescisão por justa causa, mas optou por um caminho considerado mais estratégico, evitando abrir mão de uma possível compensação financeira e reduzindo riscos jurídicos. Ainda assim, o entendimento no São Paulo é de que não existe possibilidade de reintegração do zagueiro ao elenco.
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A ruptura aconteceu em abril, quando Arboleda viajou para o Equador sem autorização ou explicações ao clube. O episódio ocorreu em meio à insatisfação do jogador por não ter sido negociado com outras equipes, além de problemas financeiros e um bloqueio judicial de bens enfrentado pelo atleta naquele momento.
Agora, Arboleda deve retornar novamente ao Equador, desta vez com o São Paulo comunicado previamente. O clube informou que definirá posteriormente a data para a reapresentação do jogador após a pausa para a Copa do Mundo. O zagueiro esteve presente na última edição do torneio mundial, mas não foi convocado para disputar a competição deste ano.
Relembre a polêmica com Arboleda
Arboleda estava relacionado para um jogo que aconteceu no dia 4 de abril, contra o Internacional, pelo Brasileirão. O defensor acabou cortado após não se apresentar, sem justificativas. Segundo apuração da reportagem, Arboleda já demonstrava insatisfação com questões internas do clube há algum tempo. Amigos próximos, inclusive, viajaram ao Equador para acompanhá-lo.
A viagem não foi justificada. Ainda durante o Campeonato Paulista, o jogador se ausentou por uma semana para resolver problemas pessoais em seu país natal, situação que foi comunicada e aceita pelo clube. Desta vez, no entanto, a ausência sem aviso prévio surpreendeu a diretoria e agravou o desgaste na relação.
Neste período de tempo, o zagueiro foi flagrado em festas, eventos sociais e até mesmo em um jogo de futebol no país.
Exatamente um mês depois, retornou ao SuperCT. Pensando pelo lado jurídico e em não perder dinheiro, o São Paulo optou por deixá-lo treinando, mas em horário separado.
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