Imprensa esportiva dos EUA critica arbitragem de Raphael Claus: 'Horrível'

Veja o que a imprensa norte-americana disse sobre o brasileiro

PorLucas CremoneseSão Paulo (SP)
02/07/2026 19:19
Atualizado há 2 minutos

Supervisionado porLeonardo Damico,
Balogun, atleta dos EUA, foi expulso aos 64 minutos de jogo
Balogun, atleta dos EUA, foi expulso aos 64 minutos de jogo (Foto: Charlotte Wilson / GETTY IMAGES)

Raphael Claus, árbitro brasileiro, comandou a partida entre Estados Unidos e Bósnia Herzegovina, pela segunda fase da Copa do Mundo. Na imprensa norte-americana, alguns veículos criticaram a atuação do juiz, que já havia apitado uma partida da Espanha na fase de grupos do Mundial.

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Em nota opinativa, a jornalista esportiva Nancy Armour, do portal "USA Today", chamou a arbitragem do brasileiro de "horrível".

Jornalista esportiva dos Estados Unidos detona arbitragem de Claus (Foto: Reprodução/USA Today)
Jornalista esportiva dos Estados Unidos detona arbitragem de Claus (Foto: Reprodução/USA Today)

Tradução: "SANTA CLARA, Califórnia — O cartão vermelho de Folarin Balogun seria muito mais fácil de aceitar se o árbitro não tivesse sido tão incompetente durante o restante da partida.

O brasileiro Raphael Claus perdeu o controle do jogo desde o apito inicial da vitória da seleção masculina dos Estados Unidos por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina, na quarta-feira, 1º de julho. Aliás, provavelmente desde o momento em que foi escalado para a partida. Tyler Adams sofreu entradas duras como se tivesse entrado em uma luta da WWE, enquanto Balogun foi empurrado repetidas vezes. Em outro lance, um jogador da Bósnia e Herzegovina pressionou a cabeça do goleiro Matt Freese contra o chão ao passar por ele.

O pé direito de Malik Tillman chegou a sangrar através da meia após ele ser pisado pouco antes de marcar o segundo gol da seleção norte-americana, aos 82 minutos. E esse nem sequer foi o lance que originou a falta que deu aos Estados Unidos a cobrança de falta que resultou no gol."

Este é um trecho do texto da jornalista, em uma matéria opinativa com título: "Arbitragem horrível fez o cartão vermelho dos Estados Unidos ser muito mais difícil de engolir / Opinião".

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Em matéria do New York Times, Adam Crafton explicou que a expulsão pode ser justificada utilizando as regras da Fifa, mas acrescentou que, para muitos que praticam ou praticaram o esporte, a decisão representa um grande erro da arbitragem.

New York Times explica expulsão, mas afirma que pode ser considerada como um erro (Foto: Reprodução/New York Times)
New York Times explica expulsão, mas afirma que pode ser considerada como um erro (Foto: Reprodução/New York Times)

Tradução: "Outros dois replays foram exibidos de ângulos mais distantes e em velocidade normal, sugerindo que o lance foi mais uma disputa física por uma bola solta entre um defensor e um atacante. Ainda assim, nesse momento, o árbitro brasileiro Raphael Claus já parecia ter tomado sua decisão.

Com base nas imagens disponibilizadas a Claus, a expulsão do principal atacante da seleção dos Estados Unidos nesta Copa do Mundo é compreensível. Pela perspectiva apresentada, com imagens em câmera lenta e quadros congelados, o lance atingiria o critério de falta grave por colocar em risco a integridade física do adversário. Para aqueles que atuam no centro de arbitragem da FIFA, o caso pode parecer conclusivo e encerrado.

No entanto, para a maioria dos observadores e para muitos que já praticaram futebol, em qualquer nível, a decisão representou um grave erro de arbitragem."

Este é um trecho do texto do jornalista, em uma matéria com título: "Replay do VAR em câmera lenta está distorcendo as decisões dos árbitros - é hora de acabar com isso"

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Katrina Morgan, do portal CBS, explicou que os Estados Unidos não podem recorrer ao cartão vermelho, confira:

CBS explica que os Estados Unidos não podem recorrer ao cartão vermelho (Foto: Reprodução/CBS)
CBS explica que os Estados Unidos não podem recorrer ao cartão vermelho (Foto: Reprodução/CBS)

Tradução: "Os Estados Unidos podem recorrer do cartão vermelho?

Não. O Código Disciplinar da FIFA estabelece que cartões vermelhos aplicados por falta grave não podem ser alvo de recurso. O artigo 66.4 determina que "uma expulsão acarreta automaticamente suspensão para a partida seguinte". Com isso, Balogun desfalcará os Estados Unidos no confronto das oitavas de final contra a Bélgica, marcado para segunda-feira, em Seattle.

Caso a seleção norte-americana avance às quartas de final, Balogun estará apto a retornar.

De acordo com as regras da FIFA, Balogun poderá acompanhar a partida no Lumen Field, mas com restrições. Jogadores suspensos podem permanecer nas arquibancadas, desde que não fiquem próximos ao campo. Ele também não terá acesso ao vestiário da seleção, ao túnel do estádio, à área técnica nem ao banco de reservas."

Este é um trecho do texto da jornalista, em uma matéria com título: "O que vem por aí para o time dos Estados Unidos depois da expulsão de Florian Balogun".

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