Yago Dora vira nos últimos segundos e elimina Gabriel Medina na WSL
Com vitória de atual campeão, final em Bells Beach será 100% brasileira

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Uma disputa entre dois campeões mundiais agitou a segunda semifinal da etapa de Bells Beach, na Austrália, que marca a abertura da temporada 2026 da World Surf League (WSL). Nos segundos finais, Yago Dora encontrou uma onda quase perfeita e garantiu a virada sobre Gabriel Medina. Com o resultado, o brasileiro avança à decisão e disputa o título contra outro compatriota, Miguel Pupo, além de defender a lycra amarela na grande final.
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Medina começou melhor na bateria e conseguiu as primeiras notas de destaque, encaixando boas ondas e assumindo a liderança ainda na metade inicial do confronto. Com um surfe consistente, ele somou notas fortes como 7.50 e 8.67, abrindo vantagem e colocando pressão sobre Dora.
Do outro lado, Yago Dora demorou a encontrar as melhores oportunidades, mas se manteve ativo, buscando ondas e construindo sua pontuação aos poucos. Mesmo sem grandes notas no início, ele seguiu na disputa e cresceu na parte final da bateria.
Nos minutos decisivos, quando ainda precisava de uma nota alta para virar, Dora encontrou a melhor onda da bateria. Com uma performance quase impecável, ele arrancou um 9.50, assumindo a liderança nos segundos finais e virando o confronto de forma dramática.
A semifinal entre Yago Dora e Gabriel Medina foi marcada por muita alternância e emoção até os instantes finais. Sem tempo para resposta, o tricampeão mundial viu a vitória escapar no fim, enquanto Dora confirmou a classificação com uma virada emocionante.
Resultado final
Yago Dora (BRA) - 9.50 + 6.83 = 16.33
Gabriel Medina (BRA) - 8.67 + 7.50 = 16.17
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Final 100% brasileira em Bells Beach
A outra semifinal teve um roteiro diferente, mas o resultado terminou parecido: Brasil classificado. Miguel Pupo controlou a maior parte da bateria contra o americano Griffin Colapinto. Em alto nível, logo na sua primeira boa oportunidade, o brasileiro arrancou uma nota 8.17, que acabou sendo a maior da bateria. Com isso, assumiu a liderança cedo e passou a administrar a vantagem.
Colapinto teve dificuldades para encontrar ondas de qualidade no início e somou notas baixas, ficando atrás no placar. Mesmo assim, o norte-americano conseguiu se manter vivo na disputa e reagiu na metade final com uma nota 5.50, mesma pontuação alcançada por Pupo em outra onda.
Apesar da tentativa de recuperação, Griffin não conseguiu encaixar uma segunda nota forte para ameaçar a liderança. Pupo, por sua vez, manteve a consistência e soube controlar o confronto até o fim, garantindo a classificação para a final sem sofrer a virada.
Resultado final
Miguel Pupo (BRA) - 8.17 + 5.50 = 13.67
Griffin Colapinto (EUA) - 5.50 + 2.00 = 7.50

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