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Papo com Helio Castroneves: fevereiro está chegando e, com ele, agenda mais cheia ainda

Depois do bom desempenho em Daytona, a equipe tem novos desafios na temporada

Carro da Meyer Shank Racing em plena neblina (Foto: Brandon Badraoui/IMSA)
imagem cameraCarro da Meyer Shank Racing em plena neblina na prova em Daytona (Foto: Brandon Badraoui/IMSA)
Autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, esse texto não reflete necessariamente a opinião do Lance!
Dia 30/01/2026
23:29

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Olá, amigos, tudo belezinha? Espero que sim.

Quero começar esta coluna mandando parabéns para o Felipe Nasr por ter conquistado a vitória na sensacional Rolex 24 at Daytona, no final de semana que passou. Foi a terceira de forma consecutiva. Isso faz com que ele e eu estejamos juntos como os únicos vencedores de três Daytona 24 uma atrás da outra. Eu venci em 2021, 2022 e 2023, enquanto o Felipe faturou 2024, 2025 e 2026. Isso significa dizer que, de 2021 para cá, só deu Brasil no pódio de Daytona.

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De nossa parte, a Meyer Shank Racing teve uma atuação muito destacada na Rolex 24 at Daytona deste ano, com muitos pontos a festejar. Apesar de não termos vencido, a equipe foi extraordinária dentro e fora da pista. Enquanto os pilotos deram 101% nesta maratona, que é uma das mais difíceis do automobilismo mundial, o grupo técnico trabalhou demais para reparar os problemas que surgiram durante a corrida.

Helio Castroneves com Nasr e entre eles, o alemão Timo Bernhard, 'lenda' do endurance mundial (Foto: Brandon Badraoui/IMSA)
Helio Castroneves com Nasr e entre eles o alemão Timo Bernhard, 'lenda' do endurance mundial em Daytona (Foto: Brandon Badraoui/IMSA)

O Acura ARX-06 #93, que largou na pole com o Renger van der Zande – com o quarteto sendo complementado por Nick Yelloly, Alex Palou e Kaku Ohta. –, começou as primeiras horas sempre entre os primeiros, inclusive na liderança. Mas, lá pela hora 11, o sistema híbrido deu problemas, comprometendo as chances de vitória. Dessa forma, foi um resultado muito importante o P5 na GTP, diante das circunstâncias.

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O carro #60, que iniciou a prova com o Tom Blomqvist no cockpit, tinha tudo para chegar lá na frente. Só que tivemos dois contatos durante a corrida e problemas elétricos. No final das contas, o quarteto complementado por Colin Braun, Scott Dixon e AJ Allmendinger se desdobrou em fechou a prova no P9. Sem problemas, faz parte.

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Agora, a equipe está com as atenções voltadas para o NTT IndyCar Series, que terá três corridas em março – a começar por St. Pete (1º de março) - e o IMSA WeatherTech SportsCar Championship em Sebring, no dia 21. Por causa dessas quatro provas, fevereiro vai ser uma loucura para deixar tudo em ordem. Enquanto isso, no Brasil, estamos trabalhando para, em breve, anunciar algumas boas novidades.

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Abraço grande e até semana que vem.

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