Guia do Mundial de Marcha Atlética: como funciona a disputa por equipes
Com Caio Bonfim, Brasil terá time completo em Brasília para o Mundial neste domingo (12)

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No Campeonato Mundial de Marcha Atlética por Equipes, cada posição na linha de chegada vale mais do que uma medalha individual. Ao longo de seis provas, os atletas não disputam apenas o pódio, mas também pontos para seus países, um formato que premia as equipes mais consistentes. Pela primeira vez como anfitrião, o Brasil chega neste domingo (12) liderado pelo medalhista olímpico Caio Bonfim, que compete "em casa". O Lance! explica abaixo como funciona a competição.
➡️Mundial de Marcha Atlética em Brasília revela design das medalhas
Os atletas, mulheres e homens, competem individualmente nas seguintes provas: maratona, meia maratona e 10km (sub-20). A diferença é que cada marchador soma pontos para a equipe, correspondentes à sua posição final na corrida. Por exemplo: se os atletas de um país chegarem em 2º, 5º e 10º, o time somará 17 pontos. Vence, portanto, a equipe que tiver menor pontuação.
Assim, serão premiadas as três melhores equipes de cada prova, no masculino e feminino, além dos pódios individuais.
Nas categorias adultas, os países podem inscrever até cinco atletas por prova, mas são contabilizados apenas os pontos dos três melhores. No sub-20, o limite é de três inscritos, e os dois melhores pontuam.
Uma das grandes novidades do Mundial de Marcha em Brasília será a estreia das novas distâncias padrão em competições da World Athletics, entidade que rege o atletismo mundial. A partir de 2026, as tradicionais provas de 20km e 35km foram substituídas por meia maratona (21,1 km) e maratona (42,2 km). O plano da entidade é aproximar o público geral da marcha atlética, aproveitando o "boom" das corridas de rua.
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Disputa por equipes é diferente do revezamento olímpico
O formato do Mundial de Marcha Atlética por Equipes é diferente do revezamento misto que integra o programa olímpico desde os Jogos de Paris 2024. Nas Olimpíadas, a prova é disputada na distância de maratona, por um homem e uma mulher de cada país.
Os marchadores se alternam ao longo do percurso da prova e, ao invés da passagem de bastão, como nas corridas de velocidade, a troca é feita por um toque físico entre os atletas na zona de transição. Nos Jogos de Paris, o Brasil foi representado por Caio Bonfim e Viviane Lyra, e terminou na sétima colocação.
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