Gabi Guimarães manda recado para atleta no Pan Júnior; veja vídeo
Juliana Viana é jovem promessa do badminton

A ponteira e capitã da Seleção Brasileira de vôlei feminino, Gabi Guimarães, mandou um recado para a Juliana Viana, jogadora de badminton de 20 anos e porta-bandeira do Brasil nos jogos Pan-Americanos Júnior, onde conquistou uma medalha de ouro e uma de prata. Veja o vídeo:
➡️Piauiense e fã de vôlei, porta-bandeira no Pan Júnior quer popularizar esporte
Autodeclarada 'voleifã', como se intitulam os torcedores mais apaixonados do voleibol, a Juliana conta que gosta de acompanhar a modalidade como torcedora e comparou a sensação de adrenalina dentro e fora de quadra.
— Eu fiquei muito nervosa de estrear nos Jogos Olímpicos, mas é a minha sensação, eu comigo mesma, agora torcendo... Você só tem que respirar e deixar na mão delas, eu surtei um pouco vendo vôlei esse ano, mas são duas sensações de loucura, de adrenalina pura. Espero continuar tendo essas sensações, de Jogos Olímpicos e torcendo, pelo vôlei, pelo esporte brasileiro, que todo mundo vá muito bem - finalizou.
A Seleção de vôlei se prepara para o Mundial, que terá início no dia 22 de agosto, na Tailândia. Gabi Guimarães comentou sobre a preparação e expectativa para o campeonato.
—É o campeonato mais importante do ano. A expectativa é grande. Acho que a gente conseguiu
aprender muitas coisas na VNL, principalmente nesse jogo contra a Itália. Eu acho que pra
gente foi fundamental. Se tinha um time que a gente realmente queria enfrentar, pensando antes do Mundial, é a Itália, porque é o grande favorito, chega imbatível. Então, serviu pra gente entender o que realmente falta. Se hoje é o time a ser batido e é o time favorito, é o que nos dá um parâmetro. — Disse a capitã em entrevista exclusiva ao Lance!.
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Promessa no badminton
Em Paris, Juliana Viana fez história: ainda com 19 anos, se tornou a primeira mulher brasileira a vencer uma partida de badminton em Jogos Olímpicos, ao superar Lo Sin Yan Happy, de Hong Kong, por 2 sets a 0. Mesmo sem avançar à fase seguinte da disputa, a atleta natural de Teresina guarda com carinho o aprendizado da ocasião.
— É uma bagagem positiva, eu tive muita experiência ano passado, nos Jogos Olímpicos de Paris, eu era muito nova, mas tudo contava, toda a experiência que eu obtive. É tudo aprendizado, seja ele bom ou ruim, seja no adulto ou no júnior, eu tô sempre aprendendo, e com certeza eu vou tentar trazer isso pra esses Jogos Pan-Americanos Júnior de Assunção, que é meu último, sair com uma boa sensação - projetou.
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