F1: McLaren volta atrás e pede direito de revisão para punição de Norris
FIA preparou audiência para sexta-feira, no México, para analisar situação

A McLaren voltou atrás e apresentou, no estouro do prazo possível, um protesto sobre o resultado do GP dos Estados Unidos, em que Lando Norris foi punido com a adição de 5s no tempo final de corrida por sair da pista e levar vantagem na disputa contra Max Verstappen, da Red Bull perdendo o terceiro lugar da prova.
Segundo o artigo 14.3 do Regulamento Esportivo da FIA, as equipes podem pedir o direito de revisão até 96 horas após o encerramento da corrida. Uma audiência será realizada nesta sexta-feira (25), na Cidade do México, que recebe a Fórmula 1 neste fim de semana, em duas partes.
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O painel de comissários do GP dos Estados Unidos se reunirá novamente para julgar se a McLaren forneceu novas e relevantes evidências que não estavam disponíveis na hora da decisão. Se for o caso, a punição será analisava novamente. Se o entendimento for de que nada novo foi apresentado, o resultado de Austin segue.
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Lando Norris e Max Verstappen batalhavam pelo terceiro lugar, quando, com três voltas para o fim, o inglês da McLaren tentou uma ultrapassagem na curva 12. O neerlandês foi até o limite na defesa, com os dois deixando a pista, mas o britânico saiu em vantagem. Na última volta, veio a punição, que recolocou Max no pódio, abrindo 57 pontos de distância no Mundial de Pilotos.
Após a corrida, apesar de inúmeras críticas para a decisão dos comissários, o chefe de equipe Andrea Stella afirmou que não tinha interesse em utilizar o direito de revisão e tratou o assunto como encerrado, afirmando que não tinha evidências novas. Porém, mudou de ideia.
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O último pedido feito por uma equipe foi da Aston Martin, em abril, quando Fernando Alonso recebeu uma punição por um toque com Carlos Sainz, da Ferrari, durante a corrida sprint do GP da China. A FIA acabou rejeitando a apelação
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