Capitã da Seleção de ginástica rítmica explica escolhas artísticas para Mundial
Duda Arakaki falou com exclusividade ao Lance!; Brasil sedia competição

A Seleção Brasileira de ginástica rítmica está nos preparativos finais para o Mundial que acontece no Rio de Janeiro. Duda Arakaki, capitã do conjunto, explicou com exclusividade ao Lance! como funcionam as escolhas artísticas das apresentações. Assista à entrevista completa abaixo:
O processo de escolhas artísticas começa, geralmente, no início do ano. Dessa vez, o Brasil se apresenta no conjunto misto ao som de músicas como "Evidências", de Chitãozinho e Xororó, e "Aquarela do Brasil", de Gal Costa.
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— Acho que é uma das partes mais divertidas do ano. Quando começa a estudar, a Camila (Farezin) e a Bruna (Marttin) chegam com a proposta, sempre perguntando como a gente se sente, o que a gente acha da música. Na maior parte, elas já vêm com a base pronta e a gente vai ajudando, vai estudando sobre o artista, sobre a música, sobre o estilo musical e vamos montando a coreografia com base no que a gente estuda mesmo. A gente vai sentindo, às vezes a gente faz umas atividades mais soltas. É muito legal — Disse Duda Arakaki ao Lance!.

Para este ano, o conjunto brasileiro faz duas apresentações: a série mista, que reúne as bolas e arcos, e na série de fitas. Para cada apresentação, é escolhida um remix de músicas. Com o mundial em casa, a equipe priorizou produções que reforcem a identidade brasileira, visando fazer com que o público vibre:
— As deste ano em específico foram muito estratégicas para o campeonato mundial, são duas músicas muito brasileiras, para a gente poder ter o apoio do público.
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Capitã espera que Mundial deixe um legado para a ginástica rítmica brasileira
A edição do Mundial realizada no Rio de Janeiro é histórica: um país da América do Sul nunca havia sediado a competição anteriormente. Além disso, será a maior já realizada em toda a história. Com tantos marcos, Duda Arakaki acredita afirma que o evento por aqui projeta a ginástica artística brasileira para o mundo todo:
— É muito importante também para a visibilidade do esporte ter um campeonato mundial em casa, a gente sabe que mais meninas vão começar a praticar a ginástica rítmica e a tendência do esporte é só crescer.

Ainda na preparação, Duda Arakaki fica feliz em ver que a seleção está entre as favoritas, principalmente pela campanha feita no pré-mundial. Para o futuro, elas esperam alçar voos mais altos:
— Acho que é tudo o que a gente sempre sonhou, né? A ginástica rítmica do Brasil sendo vista pelo mundo inteiro. A gente conseguiu chegar como uma das potências e eu acho que daí vai ser só para cima mesmo.
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