Brasil leva potência paralímpica do verão à neve e ganha espaço nos Jogos de Inverno
Participação em Milão-Cortina foi histórica, com maior delegação e primeira medalha

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Presente no top-10 do quadro de medalhas nas últimas cinco edições dos Jogos Paralímpicos de Verão, o Brasil começa a escrever também seu capítulo na neve. A medalha histórica conquistada por Cristian Ribera e a maior delegação do país em uma edição do evento, em Milão-Cortina 2026, reforçam o avanço brasileiro em um cenário ainda em construção.
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Desde a estreia em Sochi 2014, o Brasil levou quatro edições de Paralimpíadas de Inverno para subir ao pódio pela primeira vez e, apesar de inédita, a prata de Cristian Ribera no esqui cross-country não foi uma surpresa. Aos 23 anos, o atleta que treina no asfalto de Jundiaí chegou à Itália com a experiência de dois Jogos Paralímpicos e o status de atual campeão mundial da modalidade.
Além do pódio na prova sprint, Cristian figurou no top-10 em todas as provas que disputou, com o 5º lugar nas provas de 10km e 20km, além do 7º lugar no revezamento, ao lado de Aline Rocha e Wellington Silva. Ainda jovem, o rondoniense segue com potencial para representar o país em alto nível nos próximos ciclos.
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Estreia no snowboard e presença feminina
O Brasil levou oito atletas para os Jogos de Milão-Cortina, sua maior delegação da história. Além do número geral, a edição de 2026 também fica marcada pela maior participação feminina. Sem mulheres na estreia, em Sochi 2014, a esquiadora Aline Rocha foi a única representante de seu gênero em PyeongChang 2018 e Pequim 2022.
Desta vez, ela foi acompanhada pelas jovens Elena Sena, 22 anos, que competiu no esqui cross-country e biatlo, e Vitória Machado, 21, primeira mulher brasileira a competir no para snowboard em Jogos de Inverno.
Além de pioneira e referência para as mulheres da delegação, Aline Rocha superou sua própria marca e atualizou o melhor resultado feminino do Brasil em Jogos Paralímpicos de Inverno, com o top-5 nas provas do sprint, 10km e 20km.

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