Brasil chega a Milão-Cortina com chances reais de medalha inédita
Lucas Pinheiro, do esqui alpino, é o principal candidato ao pódio

- Matéria
- Mais Notícias
Desde que estreou nas Olimpíadas de Inverno, em Albertville 1992, o Brasil esteve presente em todas as edições do evento. Porém, a décima participação do país, que acontecerá nos Jogos de Milão-Cortina, entre os dias 6 e 22 de fevereiro, tem tudo para ser histórica. Além de levar uma delegação recorde, o Brasil chega com chances reais de subir ao pódio pela primeira vez.
➡️Olimpíadas de Inverno: Nicole Silveira relembra experiência na pista de Cortina
➡️Liderado por Edson Bindilatti, Brasil confirma time do bobsled para Milão-Cortina
Velocidade na neve...
Líder do ranking mundial, o esquiador Lucas Pinheiro figura como principal esperança de medalha. Nascido em Oslo e filho de mãe brasileira, ele passou a defender o país em 2024 e desde então conquistou oito pódios em etapas de Copa do Mundo.
O otimismo por um pódio de Lucas é reforçado pelos bons resultados e regularidade do brasileiro ao longo da corrida olímpica. Na atual temporada, ele foi campeão da etapa de Levi, na Finlândia, e medalhista de prata na etapa de Wengen, na Suíça, na modalidade slalom. Ele também se destacou nas disputas do slalom gigante, com o segundo lugar nas etapas de Alta Badia, na Itália, e Adelboden, na Suíça.
Mesmo quando não subiu ao pódio, Lucas Pinheiro manteve o bom desempenho na Copa do Mundo, figurando pelo menos no top-10 em nove das dez etapas disputadas até o momento, aparecendo entre os cinco melhores do slalom em quatro oportunidades.
Aos 25 anos, Lucas Pinheiro vai para sua segunda participação em Jogos Olímpicos de Inverno. Na edição de Pequim 2022, ele representou a Noruega, mas não concluiu suas descidas.
➡️ Siga o Lance! no Google para saber tudo sobre o melhor do esporte brasileiro e mundial
➡️ Tudo sobre os esportes Olímpicos agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Olímpico
...e no gelo
As chances de pódio também são boas para Nicole Silveira. A gaúcha de Rio Grande iniciou sua trajetória no skeleton em 2018 e foi a primeira brasileira da modalidade a competir em Jogos Olímpicos, na edição de Pequim 2022.
Aos 31 anos, ela soma três medalhas de bronze em etapas de Copa do Mundo - a mais recente veio em janeiro, na etapa de St. Moritz, na Suíça -, e terminou no top-10 em oito oportunidades. Um dos trunfos de Nicole para a competição é o trabalho com o treinador britânico Richard Bromley, que também é fabricante dos melhores trenós do mundo. É ele quem faz os ajustes no equipamento de acordo com as condições da pista.

Olho no snowboard
O Brasil também pode aparecer entre os primeiros do snowboard halfpipe com Pat Burgener, uma das novidades da delegação para este ciclo olímpico. Nascido na Suíça e filho de mãe brasileira, o atleta do "surfe na neve" passou a representar o país no ano passado e já conquistou a primeira medalha do Brasil na Copa do Mundo da modalidade - no início de janeiro, ele levou o bronze na etapa de Calgary, no Canadá.
Pat chega mais experiente a Milão-Cortina, após participações olímpicas pela Suíça em Pyongyang 2018 e Pequim 2022. Ele também soma duas medalhas de bronze em Mundiais de snowboard, conquistadas em 2017 e 2019.

+Aposte na vitória do seu atleta favorito
*É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável
- Matéria
- Mais Notícias


















