Ana Marcela Cunha relembra Paris 2024 e conta como começou na maratona aquática
Nadadora fez um balanço do seu desempenho em Paris 2024, projetou as próximas competições que terá no futuro

Campeã olímpica nos Jogos Olímpicos de 2020, Ana Marcela Cunha fez um balanço do seu desempenho nas Olimpíadas de Paris 2024, projetou as próximas competições que terá no futuro e contou como começou na maratona aquática, durante entrevista na cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, realizado no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (11).
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Campeã em 2020, Ana Marcela Cunha não conseguiu defender a medalha de ouro em Paris 2024. Sobre o resultado, a nadadora foi sincera e admitiu que não foi um dos melhores anos, mas está feliz com o desempenho.
- Bom, eu acho que o ano de 2024 não foi dos melhores. Eu queria muito uma medalha olímpica. Isso é óbvio para todos os atletas que chegaram até lá, e que sabem que podiam conquistar isso. Mas eu estou muito feliz com o meu desempenho, com o meu resultado. Um quarto lugar não é para qualquer um também. É óbvio, a gente vem de ser campeã olímpica, mas a gente tinha um título a defender. Mas eu tenho muita certeza de que eu dei o meu melhor - afirmou Ana Marcela.

Sobre as próximas Olimpíadas, a nadadora afirmou que está tranquila sobre, já que um ciclo distante e que prefere pensar de ano em ano. Ana Marcela projetou 2025, que conta com grandes competições.
- É um pouco complicado pensar em 4 anos. Eu acho que até, para mim, está sendo bom poder pensar de ano em ano. Então, eu tenho o objetivo do ano que vem, o campeonato mundial, que vai ser em Singapura, no final de julho, começo de agosto, e as etapas da Copa do Mundo, na qual a gente começa dia 21 de fevereiro. A última prova, a gente ainda não tem uma data fixa, mas deve ser mais ou menos em novembro. Então, é um ano que vai ser com muitas competições, e eu espero ir super bem nesse ano também. E aí, se depois eu for sair em 26, 27, de repente em Los Angeles - projetou a nadadora.

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No final, Ana Marcela Cunha revelou como começou na maratona aquática e como o esporte mudou a vida dela.
A natureza é que nem se você fosse fazer uma trilha, é um momento que você se sente ali. Você é a natureza, o mar, o silêncio. Isso eu gosto muito. É um esporte que escolhi desde os meus 10 anos, posso falar, desde 2000 eu comecei a praticar, e hoje posso falar que é o esporte que eu melhor faço e que mudou a minha vida - finalizou.
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