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Por onde anda o volante Pingo, ex-Grêmio, Flamengo e Corinthians?

De marcador incansável nos anos 1990 a técnico itinerante do futebol brasileiro.

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Lance!
São Paulo (SP)
Dia 10/02/2026
06:56
Luís Roberto Magalhães, o Pingo, construiu carreira como jogador em clubes tradicionais e hoje atua como treinador.
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Luís Roberto Magalhães, conhecido como Pingo, nasceu em 14 de fevereiro de 1968, em Joinville.
Teve carreira longeva como volante defensivo, atuando de 1986 a 2006 em diversos clubes e conquistando títulos importantes.
Após a aposentadoria, tornou-se treinador, focando em equipes regionais e com passagens curtas por clubes.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

Luís Roberto Magalhães, o Pingo, nascido em 14 de fevereiro de 1968, em Joinville, representa um tipo muito característico do futebol brasileiro das décadas de 1990 e início dos anos 2000: o volante essencialmente defensivo, de forte marcação, disciplina tática e pouca preocupação com a construção ofensiva. O Lance! conta por onde anda o volante Pingo.

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Sem jamais ser protagonista técnico, Pingo construiu uma carreira extremamente longeva, passando por clubes de grande expressão nacional e acumulando títulos relevantes. Atuou em um período no qual o volante marcador era peça indispensável, sobretudo em times organizados por linhas rígidas e jogo físico.

Sua trajetória como jogador estendeu-se por duas décadas (1986–2006), algo incomum para atletas que não ocupavam posições de destaque midiático. Após a aposentadoria, Pingo permaneceu no futebol, migrando para a carreira de treinador — ainda que longe dos holofotes e com perfil predominantemente regional.

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Carreira como jogador: presença constante, função específica

Pingo iniciou a carreira profissional no Joinville Esporte Clube, onde conquistou o Campeonato Catarinense de 1987. Seu desempenho como volante marcador abriu portas para clubes maiores, especialmente nos anos 1990.

Passou por equipes de peso, quase sempre exercendo papel funcional: proteger a defesa, neutralizar adversários e oferecer equilíbrio ao meio-campo. Foi campeão em diferentes estados e contextos, mesmo sem protagonismo técnico.

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Entre os principais momentos da carreira como jogador, destacam-se:

  1. Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense
    Campeão gaúcho (1993) e da Copa do Brasil (1994)
  2. Clube de Regatas do Flamengo
    Campeão carioca e da Copa Ouro (1996)
  3. Sport Club Corinthians Paulista
    Campeão paulista (1999)
  4. Botafogo de Futebol e Regatas
    Campeão carioca (1997) e do Rio–São Paulo (1998)

Seu estilo de jogo, essencialmente destrutivo e disciplinado, limitava sua projeção individual, mas garantiu empregabilidade constante ao longo da carreira.

Clubes em que Pingo jogou

Ao longo de sua trajetória como atleta profissional, Pingo defendeu os seguintes clubes:

  • Joinville
  • São José-SP
  • Botafogo (duas passagens)
  • Grêmio
  • Cruzeiro
  • Flamengo
  • Corinthians
  • Paraná Clube
  • Athletico Paranaense
  • Sporting Cristal (Peru)
  • Londrina
  • Marcílio Dias
  • Atlético de Ibirama

A variedade de clubes reforça o perfil de jogador funcional, frequentemente contratado para compor elencos competitivos em curto e médio prazo.

Transição para treinador e carreira fora do protagonismo

Após encerrar a carreira como jogador em 2006, Pingo optou por permanecer no futebol, iniciando trajetória como treinador a partir de 2010. Sua carreira técnica seguiu padrão semelhante ao período como atleta: múltiplos clubes, passagens curtas e atuação predominantemente em equipes regionais e divisões inferiores.

Entre os clubes que comandou, estão:

  1. Juventus de Jaraguá
  2. Brusque
  3. Avaí
  4. Metropolitano-SC
  5. Tombense
  6. Joinville
  7. Caxias
  8. Tubarão
  9. Marcílio Dias
  10. São José-RS
  11. Brasil de Pelotas

Como treinador, seu maior título foi a Copa Santa Catarina de 2018, pelo Brusque.

Por onde anda o volante Pingo?

Atualmente, aos 57 anos, Pingo (@pingotecnicooficial) segue ativo no futebol como treinador, mantendo presença constante em clubes do Sul e Sudeste do Brasil. Embora não tenha alcançado posições de destaque nacional como técnico, construiu uma carreira de sobrevivência profissional no meio esportivo, algo raro para jogadores de perfil discreto de sua geração.

Seu percurso ilustra um arquétipo muito específico do futebol brasileiro: o do atleta que nunca foi estrela, mas que conseguiu transformar longevidade, disciplina e adaptação em permanência contínua no esporte — primeiro dentro de campo, depois à beira dele.

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