Olimpíadas de Inverno: veja quanto Lucas Pinheiro levou para casa com o ouro histórico
O valor poderia aumentar se Lucas fizesse mais medalhas em Milão-Cortina

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No último sábado (14), o esquiador Lucas Pinheiro Braathen conquistou a inédita medalha de ouro no slalom gigante do esqui alpino. Este feito não só coloca o Brasil no pódio de uma competição de inverno pela primeira vez, mas também marca a estreia de qualquer representante da América do Sul no topo da modalidade.
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Pela conquista, o atleta receberá uma premiação de R$350 mil do Comitê Olímpico do Brasil (COB), valor que faz parte da política da entidade para reconhecer o desempenho de excelência dos esportistas brasileiros em eventos olímpicos. As cifras foram definidas antes dos Jogos Olímpicos de Paris-2024.
O montante destinado aos medalhistas é escalonado conforme a cor da medalha e o tipo de prova. Nas disputas individuais, como a de Lucas, os prêmios são de R$ 350 mil para o ouro, R$ 210 mil para a prata e R$ 140 mil para o bronze.
Para as modalidades em grupo, compostas por dois a seis atletas, os valores dobram: R$ 700 mil (ouro), R$ 420 mil (prata) e R$ 280 mil (bronze), sendo a quantia dividida entre os competidores. Nos esportes coletivos (com sete ou mais membros), as premiações chegam a R$ 1,05 milhão (ouro), R$ 630 mil (prata) e R$ 420 mil (bronze), igualmente partilhadas pela equipe.
Caso o atleta suba no pódio mais de uma vez, receberá premiações extras por cada nova medalha, conforma as regras do COB.
Em um movimento para valorizar ainda mais as conquistas nacionais, o COB reajustou os valores das premiações em 40% em relação ao ciclo olímpico anterior, que englobou Tóquio-2020 e Pequim-2022.
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O sonho da dobradinha terminou de forma abrupta para Lucas Pinheiro. Após conquistar o ouro inédito no slalom gigante no último sábado (14), o atleta retornou às montanhas na segunda-feira (16) para disputar sua especialidade, o slalom tradicional. No entanto, a neve não colaborou, e a prova mais rápida, caracterizada por uma pista mais curta, cheia de movimentos e curvas velozes, frustrou a busca por uma nova medalha de ouro.
Em um dos movimentos direcionais, Lucas se desequilibrou e acabou caindo, encerrando sua participação em Milão-Cortina. A queda custou-lhe a chance de subir ao pódio pela segunda vez na competição.
À imprensa, o medalhista de ouro lamentou a abordagem, admitindo ter negligenciado a estratégia e a técnica, focando apenas na intensidade. Para Pinheiro, essa foi a falha determinante para o resultado.
— Eu estava esquiando com 100% de intensidade para trazer mais um ouro para o Brasil. Nesse palco você precisa chegar com toda a energia que existe dentro de você, mas precisa achar o balanço entre intensidade, técnica e estratégia. Quando cheguei naquela seção da pista, deixei a técnica e a estratégia em casa. Eu só estava esquiando com intensidade e isso não dá.
Lucas Pinheiro não foi o único a enfrentar dificuldades. Além dele, outros 51 competidores também ficaram fora da prova devido a quedas ou desequilíbrios na pista.

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