Além do tênis: público aproveita ativações do Rio Open em meio ao Carnaval
Evento conta com 44 patrocinadores, e ativações divertem público no Jockey

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Antes mesmo dos astros tomarem as quadras do Rio Open, o público presente no Jockey Club já se divertia com as atrações do evento nesta segunda-feira (16) de Carnaval. Além do tênis, as ativações dos patrocinadores entretêm os torcedores que lotam o local do torneio desde o primeiro dia de disputas nas chaves principais.
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O Leblon-Boulevard concentra as principais ativações do aberto carioca e serve como o eixo da experiência oferecida ao público durante a 12ª edição, que acontece entre 14 e 22 de fevereiro. Com 10 mil metros quadrados de área coberta, o espaço reunirá estandes de patrocinadores, bares, restaurantes e lojas oficiais. Ao todo, são cerca de 30 ativações.
— Essa é a terceira ou a quarta vez no Rio Open. Muito legal, incentiva o tênis para galera. As brincadeiras são bem legais, vai passando o tempo. Vai lá, assiste um pouquinho, volta, se esconde do calor. Muito legal ver tanta gente mobilizada pelo esporte — disse Daniel, professor de educação física e personal, em entrevista ao Lance!.
— É muito bacana, eu acho isso muito legal para cidade do Rio de Janeiro dar uma oportunidade para o pessoal que não costuma viajar para fora acompanhar um evento desse nível, eu acho muito bacana para cidade, para o pessoal que mora aqui — opinou André, piloto de linha aérea.

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Maior torneio de tênis da América do Sul e único ATP 500 do continente, o Rio Open projeta receber mais de 70 mil pessoas ao longo da semana. Os ingressos foram esgotados em novembro de 2025, em duas horas. A organização estima que o evento injete cerca de R$ 200 milhões na economia do Estado e gere aproximadamente cinco mil empregos diretos e indiretos.
— Costumo reforçar que grandes eventos são também ativos econômicos. O Rio Open é um evento de relevância comprovada, cada vez mais consolidado e integrado ao calendário oficial da cidade. A expectativa é que a edição deste ano injete mais de R$200 milhões na economia do Estado — afirma Marcia Casz, diretora-geral do Rio Open.
A projeção tem como base estudo anual da Deloitte sobre os impactos do torneio. Segundo a organização, 90% dos fornecedores são do Rio de Janeiro.
— É um evento que gera renda e emprego. 90% dos nossos fornecedores são do Rio de Janeiro, o que significa que os impostos ficam aqui. Com o crescimento do público de dentro e de fora da cidade e uma permanência maior dos turistas por causa do Carnaval, a expectativa é de um impacto ainda maior do que no ano passado — projetou Marcia.
Realizado na Zona Sul da capital fluminense, o torneio soma 44 patrocinadoras e 12 apoiadoras em 2026. Segundo a organização, o evento terá cerca de 3.500 horas de transmissão internacional.
— Não sei qual outro evento esportivo no Brasil gera tantas horas de transmissão ao vivo para o mundo quanto o Rio Open. Estamos falando de cerca de 3.500 horas de transmissão em emissoras relevantes de diversos países. Esse é um fator decisivo na escolha do local e que o Jockey favorece muito, ao projetar imagens lindas da nossa cidade — destaca a diretora geral.
Dentro de quadra, o brasileiro João Fonseca será o terceiro cabeça de chave e ocupa a 33ª posição do ranking mundial. A lista inclui ainda Matteo Berrettini, finalista de Wimbledon em 2021, e os argentinos Sebastián Báez e Francisco Cerúndolo.
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