Veja análise do VAR em lances polêmicos de Bahia x Fluminense; vídeo
Confira diálogo da arbitragem em lances polêmicos das quartas da Copa do Brasil

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O jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil entre Bahia e Fluminense, na última quinta-feira, terminou melhor para o Tricolor baiano, que venceu por 1 a 0 em confronto com polêmicas de arbitragem que geraram reclamações principalmente do lado carioca, que teve um gol e um pênalti anulados.
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A arbitragem era comandada por Raphael Claus (SP), que teve o auxílio dos assistentes Guilherme Dias Camilo (MG) e Alex Ang Ribeiro (SP), além de Wagner Reaway (SC) na cabine do VAR.
Em áudio divulgado pela CBF, o primeiro lance a ser revisado é o de Serna, que balançou as redes aos 27 minutos do primeiro tempo após cobrança de escanteio, mas o VAR, chefiado por Wagner Reaway (SC), flagrou posição de impedimento do atacante.
Áudio do VAR: — Tem uma casca do ataque no meio do caminho;
Áudio do VAR: — É no pé [para traçar a linha], mas traça no ombro para ver se a linha vai dar mais que o pé;
Áudio do VAR: — É no pé mesmo. Posição irregular.
A "casca" que a arbitragem sinaliza é um desvio de cabeça do meia Martinelli antes da bola chegar a Serna, que estava à frente do zagueiro Ramos Mingo no momento do toque.
Pênalti a favor do Fluminense anulado

Logo depois do Bahia abrir o placar com Luciano Juba aos 40 minutos do segundo tempo, o Fluminense partiu para cima em jogada que terminou com chute de Soteldo no braço de Santiago Arias dentro área. Mas, de acordo com a análise da arbitragem, o braço do lateral estava colado ao corpo.
Wagner Reaway (VAR) — O braço está totalmente colado ao corpo;
Wagner Reaway (VAR) — Claus, é o Reway. Recomendo você vir para a revisão para possível não penal;
Wagner Reaway (VAR) — O braço está totalmente colado ao corpo. Se não bate no braço, bateria no peito.
No fim, o jogo terminou mesmo 1 a 0 para o Bahia, que leva vantagem para decidir no jogo da volta, marcado para as 19h do dia 10 de setembro (horário de Brasília), no Maracanã.
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