Athletico e Coritiba voltam à Série A e investem pouco em reforços para 2026
Furacão e Coxa têm a permanência como principal objetivo

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De volta à elite, Athletico e Coritiba subiram da Série B de 2025 e fazem um mercado tímido para a disputa do Campeonato Brasileiro. Rebaixado em 2024, o Furacão estreia contra o Internacional na quarta-feira (28), às 19h (de Brasília), no Beira-Rio, enquanto o Coxa retorna após dois anos e recebe o RB Bragantino no mesmo dia e horário, no Couto Pereira.
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Antes do início da primeira rodada, o Athletico teve 10 saídas do elenco do ano passado e trouxe cinco contratações. Os novos atletas são o lateral-direito Gilberto e os volantes Luiz Gustavo, Jadson, Juan Porttila e Alejandro García.
Do quinteto, o único investimento foi no volante Juan Portilla, que custou 2,5 milhões de dólares (R$ 13,9 milhões, na cotação atual) por 100% dos direitos econômicos junto ao Talleres, da Argentina. Gilberto e García, por exemplo, estão sendo testados no time de aspirantes que disputa o Campeonato Paranaense para, após avaliação, integrarem a equipe principal.
A diretoria rubro-negra ainda busca um zagueiro e um atacante de lado até o final da primeira janela, em 3 de março. O nome da vez no ataque é Edwuin Cetré, do Estudiantes-ARG, que pode virar a maior contratação da história do clube: 6 milhões de dólares (R$ 31,6 milhões) por 50%, ultrapassando o centroavante Viveros, contratado por 5 milhões de dólares (R$ 24,7 milhões, na cotação da época) em 2025.

Já o Coritiba fez mais movimentações, com 10 contratações e 11 saídas, além de cinco renovações - uma delas do volante Wallisson, comprado por 1 milhão de euros (R$ 6,2 milhões, na cotação atual) pelos 80% dos direitos econômicos.
Outro atleta que teve investimento, mas que chega como reforço é o atacante Breno Lopes, contratado do Fortaleza. O Coxa pagou R$ 15 milhões, e ele se tornou a maior da história do clube, acima do meia Marcelino Moreno, comprado por 1,5 milhão de dólares (R$ 7,1 milhões, na cotação da época), em 2023.
O Coxa ainda não considera o elenco fechado e procura reforços em três posições: um lateral-direito, um lateral-esquerdo e um centrovante, que tem Tiquinho Soares em negociação. A janela de transferência se encerra em 3 de março, com a outra possibilidade de contratar sendo atletas sem contrato.
Quem chegou e quem saiu no Athletico
Contratações (5)
Gilberto: lateral-direito (Palmeiras)
Alejandro García: volante (Once Caldas-COL)
Jadson: volante (Juventude)
Juan Portilla: volante (Talleres-ARG)
Luiz Gustavo: volante (São Paulo)
Investimento: R$ 13,9 milhões (Juan Portilla)
Saídas (10)
Mateo Gamarra: zagueiro (Olimpia)
Tobias Figueiredo: zagueiro (Fortaleza)
Fernando: lateral-esquerdo (Ceará)
Élan Ricardo: volante (Tolima)
Patrick: volante (Remo)
Giuliano: meia (sem clube)
Kevin Velasco: atacante (Puebla-MEX)
Di Yorio: atacante (Santos Laguna-MEX)
Alan Kardec: atacante (sem clube)
Tevis: atacante (Cruzeiro)
Quem chegou e quem saiu no Coritiba
Contratações (10)
Thiago Santos: zagueiro (Fluminense)
Tinga: lateral-direito (Fortaleza)
Willian Oliveira: volante (Vitória)
Fernando Sobral: volante (Cuiabá)
Gustavo: meia (Ah Ahli-EAE)
Pedro Rocha: atacante (Remo)
Lavega: atacante (Fluminense)
Fabinho: atacante (América-MG)
Breno Lopes: atacante (Fortaleza)
Keno: atacante (Fluminense)
Investimento: R$ 21,2 milhões (R$ 15 milhões por Breno Lopes e R$ 6,2 milhões para manter Wallisson)
Saídas (11)
Fracchia: zagueiro (Coquimbo Unido-CHI)
Guilherme Aquino: zagueiro (Avaí)
Alex Silva: lateral-direito (Ceará)
Zeca: lateral-direito (Athletic-MG)
Geovane: volante (Atlético-GO)
Filipe Machado: volante (Goiás)
Carlos de Pena: meia (sem clube)
Dellatorre: atacante (Vila Nova)
Everaldo: atacante (sem clube)
Nicolas Careca: atacante (Novorizontino)
Gustavo Coutinho: atacante (sem clube)
O que esperar do Athletico na Série A?
Após subir da Série B, o Athletico tem como primeiro objetivo se manter na Série A. Internamente, o clube não visualiza repetir o feito de 2013, quando veio da Segundona e ficou na terceira posição do Brasileirão, além do vice da Copa do Brasil.
Com uma eventual permanência, o Furacão não descarta também beliscar uma vaga na Sul-Americana, competição que é bicampeão (2018 e 2021). Até cair para a Série B, o time rubro-negro disputou torneios internacionais seguidos por oito anos, entre 2017 e 2024.
No Campeonato Paranaense, o Athletico utilizou um time de aspirantes, com elenco Sub-20 e tendo reforço de atletas da equipe principal. Na primeira fase, o Furacão terminou na segunda colocação do Grupo A, com 10 pontos, e encara o Foz do Iguaçu nas quartas de final.
O que esperar do Coritiba na Série A?
Após subir da Série B, o Coritiba tem o objetivo principal se manter na Série A. A Treecorp, empresa controladora da SAF, admite que o clube precisa se consolidar na elite para depois sonhar com voos mais altos.
De 2025 a 2025, por exemplo, o Coxa participou da Série B em oito edições (40%). Se ampliar o cenário, com torneios internacionais, a última vez foi a Sul-Americana de 2016. Já a Libertadores não é disputada pelo clube alviverde desde 2004.
No Campeonato Paranaense, o Coritiba utilizou um time Sub-20 nas duas primeiras rodadas e depois a equipe principal. Na primeira fase, o Coxa terminou na segunda colocação do Grupo B, com 8 pontos, e encara o Cianorte nas quartas de final.
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