Espanhóis analisam impacto de Raphinha: 'Coração e alma do Barcelona'
Jogador foi MVP da Supercopa da Espanha

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A conquista da Supercopa da Espanha colocou vários nomes do Barcelona em evidência, mas a imprensa espanhola foi direta ao apontar o principal símbolo do time de Hansi Flick. Em análise publicada após o título, o "Marca" definiu Raphinha como o "coração e a alma" do Barça, destacando não apenas os dois gols marcados no El Clásico decisivo, mas a influência constante do brasileiro no funcionamento coletivo da equipe.
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Segundo o jornal, Raphinha reúne características que vão além dos números. É o primeiro a pressionar, participa ativamente da recomposição defensiva e, ao mesmo tempo, decide no ataque. No clássico contra o Real Madrid, seus gols mudaram o rumo da partida e consolidaram um protagonismo que, para o Marca, já não é circunstancial, mas estrutural dentro do atual Barcelona.
A publicação ressalta que o brasileiro se tornou o verdadeiro líder do time de Flick, especialmente em jogos grandes. O histórico recente contra o Real Madrid reforça essa leitura: Raphinha voltou a ser decisivo em um Clásico e ampliou a sensação, já recorrente na imprensa espanhola, de que se transformou em um dos principais algozes do rival.

Tradução: O grande destaque é Raphinha (título)
O brasileiro brilhou mais que nomes como Pedri, Lamine ou Lewandowski (subtítulo)
Barcelona sentiu falta de Raphinha quando se machucou
O impacto de Raphinha no Barcelona também foi medido pelo Marca a partir de sua ausência. O jornal lembrou que o brasileiro ficou fora de combate após se lesionar no fim de setembro, período em que o Barça disputou nove partidas e venceu apenas cinco. Três dessas partidas terminaram em derrotas significativas, diante de PSG, Sevilla e Real Madrid, resultados que evidenciaram a queda de intensidade e agressividade da equipe sem o camisa 11.
Desde o retorno do atacante, o cenário mudou de forma clara. O Barcelona disputou 12 jogos, venceu 11 e só foi derrotado uma vez, fora de casa, contra o Chelsea, pela Champions League. Para o Marca, a diferença vai além do placar: com Raphinha em campo, o time pressiona mais alto, recupera bolas no campo adversário e impõe um ritmo que contagia os demais jogadores.
As declarações de Hansi Flick após a final da Supercopa reforçam essa visão. O treinador destacou a intensidade do brasileiro e o efeito coletivo de sua postura em campo, afirmando que, quando Raphinha começa a pressionar, todo o time o acompanha. No Clásico, além dos dois gols, o jornal chamou atenção para uma ação simbólica: a defesa em cima da linha em finalização de Gonzalo, ainda no início da partida, antes de um lance semelhante terminar em gol.

Mesmo após dois meses afastado, Raphinha voltou rapidamente ao topo das estatísticas ofensivas do Barcelona. Com os dois gols na final e quatro na campanha da Supercopa, o brasileiro chegou a 11 gols em 17 jogos na temporada. O número iguala o de Lewandowski, que disputou mais partidas, e o coloca logo atrás de Ferran Torres, artilheiro da equipe.
O Marca destacou que esses dados reforçam uma percepção já existente internamente no clube. Pedri foi citado pelo jornal ao defender o companheiro e afirmar que a temporada passada de Raphinha foi subestimada. Para o meio-campista, o brasileiro é uma estrela, mesmo sem o reconhecimento proporcional em premiações individuais, como a ausência na Seleção da Champions League.
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