Deco revela por que Barcelona não tentou contratar Estêvão
Diretor esportivo do clube explica que investimento comprometeria o orçamento

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O Barcelona nunca entrou de fato na disputa pela contratação de Estêvão, ex-Palmeiras e atualmente no Chelsea, por uma razão pragmática: a presença de Lamine Yamal. A confirmação veio diretamente de Deco, diretor esportivo do clube catalão, em entrevista exclusiva à TNT Sports. Segundo o dirigente luso-brasileiro, a ascensão meteórica da jovem estrela espanhola tornou a contratação do brasileiro, que atua na mesma faixa de campo e possui idade similar, desnecessária para o momento financeiro e esportivo do Barça.
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Prioridades financeiras e táticas
Deco foi taxativo ao explicar que o clube catalão precisa ser cirúrgico em seus investimentos. Com Estêvão sendo negociado por valores recordes — a transferência para o Chelsea girou em torno de 61,5 milhões de euros —, o Barcelona optou por não comprometer seu orçamento em uma posição que já conta com um titular absoluto e geracional.
— Há várias coisas. Primeiro, na fase de construção em que estamos, temos um jogador para a mesma posição e com características similares que se chama Lamine Yamal. É óbvio. Podem jogar juntos? Sim, os grandes jogadores sempre se adaptam. O problema é que as nossas prioridades não eram reforçar essa posição — iniciou Deco.

O diretor argumentou que a gestão do elenco exige equilíbrio e que duplicar o perfil de jogador em uma mesma zona do campo deixaria outras áreas descobertas, algo inviável para a atual realidade econômica do clube.
— Se tens dinheiro para gastar e o investes em um jogador com as mesmas características, depois não podes reclamar que faltam futebolistas para outras posições. É uma questão de tempo e de momento do Barcelona, que tinha que tomar outras decisões e esta não era uma delas — completou.

Qualidade indiscutível, mas incompatível
Apesar de não ter avançado pelo atacante, Deco fez questão de elogiar o talento de Estêvão, considerado no Brasil como a maior revelação desde Neymar. O dirigente deixou claro que a desistência não teve relação com a capacidade técnica do atleta, mas sim com o encaixe tático, sugerindo que o desfecho poderia ter sido diferente se o brasileiro atuasse na ponta oposta.
— Talvez se Estêvão fosse um futebolista destro que jogasse pelo outro lado, a solução estaria aí… mas não era o caso. É um jogador muito parecido com o Lamine, embora com características diferentes. Lamine e ele são dois grandes jogadores, mas, naquele momento, essa não era a decisão. Não tem a ver com a qualidade, mas com o momento do Barça para se reforçar — finalizou Deco.

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