Ex-Botafogo destaca união de brasileiros na adaptação ao futebol russo
David Ricardo, ex-Botafogo, destacou união entre brasileiros como fator-chave na adaptação ao futebol russo

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Sair do Brasil para atuar no futebol da Rússia pode representar um grande choque cultural. Diferenças de comportamento, clima e rotina fazem parte do processo de adaptação de jogadores que deixam o país rumo ao leste europeu – realidade vivida pelo zagueiro David Ricardo, ex-Botafogo e atualmente no Dínamo Moscou.
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Em entrevista ao Lance!, o defensor detalhou como tem sido a adaptação fora de campo e destacou diferenças culturais no dia a dia. Segundo ele, o comportamento mais sério e reservado dos russos chama atenção em comparação ao ambiente brasileiro.
— Bom, culturalmente falando, as pessoas aqui são um pouco mais rígidas. Só que é um povo bastante acolhedor, como a gente é no Brasil. Fui bem acolhido aqui. Minha família também. Só que é um povo mais rígido, um povo mais sério. Não é como nós brasileiros, que chegamos no vestiário e gostamos da brincadeira — afirmou.
Apesar do contraste cultural, David Ricardo ressaltou que a adaptação foi facilitada por fatores pessoais e estruturais, como a presença da família e a possibilidade de manter hábitos semelhantes aos que tinha no Brasil.
— Também tive sorte que trouxe a minha família comigo. Então, adaptar foi bem mais fácil. No mercado a gente consegue comprar alimentação brasileira. Então, em termos de alimentação foi bem tranquilo também. A comida da Rússia também, eu particularmente gosto — completou.

Brasileiros ajudam na adaptação segundo David Ricardo
Outro ponto destacado pelo jogador foi a importância da convivência com brasileiros e outros sul-americanos no país. De acordo com o zagueiro, essa proximidade ajuda tanto na comunicação quanto na rotina fora de campo.
— Sempre rola, irmão. Quando eu cheguei, tinham brasileiros. Como eu falei, foi bem mais fácil para adaptar com eles. A gente está no dia a dia sempre juntos, até por conta da língua também — disse.
Além do ambiente no clube, os encontros fora de campo também reforçam os laços entre os atletas e ajudam a manter a conexão com a cultura brasileira.
— E fora de campo, nós brasileiros aqui somos bem unidos. Quando a gente pode, a gente faz um churrasco para reunir a rapaziada. Nossas esposas também têm bastante contato umas com as outras. Então, isso facilita aqui no dia a dia — concluiu.
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