Fortaleza acumula saídas na diretoria do clube; veja nomes

Gerente de futebol foi desligado nesta sexta-feira (2)

PorEsaú SouzaFortaleza (CE)
02/01/2026 20:20
Marcelo Paz, CEO da SAF do Fortaleza (Foto: Mateus Lotif/Fortaleza EC)
Marcelo Paz, ex-CEO da SAF do Fortaleza (Foto: Mateus Lotif/Fortaleza EC)

Rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro, o Fortaleza vem passando por mudanças na composição da diretoria. A principal foi a saída do CEO Marcelo Paz, que aceitou uma proposta do Corinthians.

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O Tricolor tinha garantido a permanência de Paz após a queda para a Série B. O dirigente, que também quis continuar, já estava participando do planejamento para 2026. No entanto, a proposta dos paulistas fez Paz mudar de ideia.

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O substituto de Paz no cargo de CEO é Pedro Martins, que soma passagens por equipes como Cruzeiro, Vasco, Botafogo e Santos. No exterior, trabalhou no Queen Park Rangers-ING.

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Vojvoda foi homenageado por completar 300 jogos pelo Fortaleza (Foto: Mateus Lotif/Fortaleza EC)
Daniel de Paula Pessoa (direita) ao lado de Juan Pablo Vojvoda, ex-técnico do Fortaleza (Foto: Mateus Lotif/Fortaleza EC)

Já na manhã desta sexta-feira (2), o Fortaleza anunciou o desligamento de Daniel de Paula Pessoa, gerente de futebol. O profissional ficou no clube por 14 temporadas, exercendo também as funções de assessor jurídico, diretor jurídico, representante da equipe na Federação Cearense de Futebol (FCF), diretor das categorias de base e diretor de futebol.

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Thiago Ayres (diretor de operações), Júlio Manso (supervisor do futebol profissional) e Caio Matoso (supervisor do futsal profissional) também se despediram do Tricolor nos últimos dias. Witor Bastos chegou para ser o novo gerente de mercado.

Laterais pedem rescisão no Fortaleza

Os laterais Bruno Pacheco e Felipe Jonatan entraram na justiça contra o Fortaleza. Além da cobrança de valores atrasados, os jogadores solicitaram a rescisão indireta de seus contratos.

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— A situação é muito simples. Todos estes atrasos que já são de conhecimento de vocês. São quatro meses de luvas, dois meses de salário, 13º salário, férias, dois meses de imagem… A lei é bem clara, com dois meses de atraso, e não mais três meses como era na Lei Pelé, possibilita a rescisão indireta - contou Filipe Rino, advogado dos dois, ao falar do caso de Bruno Pacheco.

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