Web vai à loucura com atitude de técnico em Senegal x Marrocos: 'Todo direito'
Equipe senegalesa ameaçou sair de campo após polêmica com arbitragem

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A final da Copa Africana de Nações, entre Senegal e Marrocos, foi marcada por uma grande confusão. Nos minutos finais do confronto, o técnico senegalês Pape Thiaw ordenou que seus jogadores deixassem o campo em protesto contra a marcação de um pênalti.
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A penalidade foi assinalada, aos 97 minutos, logo depois do Senegal ter um gol anulado por uma falta na origem da jogada. Determinada marcação já havia gerado revolta por parte da equipe senegalesa.
O tempo fechou mesmo quando Brahim Díaz caiu na área, em uma disputa aérea, e a arbitragem marcou pênalti. O lance foi revisado pelo VAR e confirmado pelo árbitro, o que provocou forte revolta da delegação senegalesa e culminou no abandono temporário da partida.
Nas redes sociais, torcedores que acompanhavam a partida se chocaram com a decisão da equipe, que foi liderada pelo técnico Pape Thiaw. Veja a repercussão abaixo:
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Tradução: "Estou gritando enquanto Senegal deixa o campo".
Tradução: "Senegal tem todo o direito de abandonar o campo!! Parabéns ao treinador, um roubo absoluto".
Tradução: Honra ao Senegal. O treinador pedindo aos seus jogadores que deixassem o campo. Não se pode jogar uma partida cujo resultado já foi decidido há muito tempo.
Tradução: "Finalmente, uma equipe abandona o campo em protesto contra a injustiça e a má arbitragem. Estamos com o Senegal".
Brahim Díaz desperdiça pênalti
Depois de cerca de 20 minutos de paralisação, os jogadores do Senegal retornaram ao gramado. Na retomada, o próprio Brahim Díaz assumiu a cobrança, mas bateu de forma displicente e facilitou a defesa do goleiro Edouard Mendy. Com o pênalti desperdiçado, a decisão seguiu para a prorrogação.
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Como foi o jogo entre Senegal e Marrocos?
No último e grande capítulo da Copa Africana de Nações, Senegal e Marrocos, decidiam em Rabat, um confronto que entraria para a história. O duelo, que tinha tudo para ser frenético, divertido e animado, cumpriu tudo o que se esperava. Ambas as equipes começaram o duelo com tudo, dando de tudo de si para conquistar o título.
Aos quatro minutos, veio a chance mais clara do jogo. Em jogada de escanteio, a bola passou por todo mundo, e sobrou em Pape Gueye, na segunda trave. Bounou tinha tentado sair do gol, mas não chegou a tempo. Vendido no lance, Pape Gueye cabeceou, mas Bounou conseguiu se recuperar e salvar a bola perigosa.
Após o jogo ficar equilibrado, o Senegal teve outra chance perigosa. Aos 37 do primeiro tempo, pela esquerda, os Leões de Teranga faziam sua jogada pela esquerda e conseguiram sair da pressão marroquina. Nicolas Jackson recebeu e viu Ndiaye partindo em velocidade pelo lado direito. O atacante foi acionado em velocidade e sozinho. No mano-a-mano contra Bounou, o goleiro cresceu para cima do atacante e conseguiu defender e parar o ataque.
Nos acréscimos da primeira etapa, se mostrou o tom do jogo: em bola retomada, o time senegalês veio ao ataque com Ndiaye, que tocou para Camara. Enquanto Pape Gueye passava livre, o capitão da equipe decidiu chutar, mas a bola foi rebatida pela defesa. O rebote deu contra-ataque rápido e fulminante. Brahim Díaz conduziu ao ataque e acionou Hakimi, que tocou para Saibari, que chutou rasteiro, mas a bola foi rebatida.
No segundo tempo, o tom do jogo continuou parecido. Ambas as equipes eram intensas e o duelo era equilibrado. Aos 12 minutos, a chance mais clara aconteceu para Marrocos. Em jogada rápida, Khannouss avançou pela direita e viu El Kaabi e Brahim Díaz entrarem na área. De trivela, o jogador cruzou rasteiro para o centroavante. Mendy saiu do gol, mas o atacante conseguiu chutar e tirar do goleiro. Entretanto, a bola foi tirada demasiadamente, e assim, foi para a fora, e a chance foi desperdiçada.
Minutos depois, foi a vez de Ezzalzouli ter sua chance. Brahim conseguiu recuperar a bola e sair em ataque rápido. O jogador do Real Madrid avançou e tocou para El Kaabi, que chutou em cima dos defensores. A bola, no entanto, sobrou para Ezzalzouli, que quase sem ângulo, conseguiu tirar de Mendy. Porém, a bola foi saiu muito e foi para fora.
Após o ímpeto marroquino, o jogo foi paralisado devido ao um choque de cabeça entre El Aynaoui e Diouf. O jogo ficou paralisado durante um bom tempo, e quando voltou, demorou para o tom quente e intenso voltar.
O fervor voltou e Marrocos somou as melhores chances. Ezzalzouli foi acionado mas não conseguiu ser eficaz. Nos acréscimos, Senegal chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado devido a uma falta no início da jogada. Ainda nos acréscimos, o êxtase veio. Em escanteio para Marrocos, a bola foi cruzada. Na disputa pela bola, Diouf deslocou faltosamente Brahim. O Var foi chamado e o pênalti foi assinalado, ocasionando grande revolta aos senegaleses, já que, minutos antes, em um lance parecido, tiveram um gol anulado. Os Leões de Teranga, em revolta, abandonaram o campo, mas Sadio Mané e Pape Thiaw, deixaram os nervos de lado e convocaram os jogadores novamente.
Desta forma, o jogo retomou e Brahim Díaz foi para a bola, após cerca de 24 minutos de espera. No lance decisivo, no último minuto de jogo, o jogador do Real Madrid meteu uma cavadinhinha, mas Mendy esperou até o último minuto e defendeu a cobrança. Desta forma, o duelo foi para as prorrogações.
Final vai para as prorrogações
Com os nervos abaixado, o duelo foi para a prorrogação, e voltou com o mesmo tom de antes. O confrontou voltou quente, e após um desarme no campo de defesa, Senegal subiu com ao ataque com Pape Gueye. O meio-campista carregou, e com Hakimi tentando o desarme, o jogador chutou na entrada da área e acertou um golaço, abrindo o placar do duelo.
Pouco tempo depois, Marrocos, que precisava atacar, chegou a finalizar com Brahim Díaz. O meio-campista limpou o marcador e chutou, mas Mendy defendeu. Posteriormente, o jogo ficou ainda mais intenso. Senegal atacava em extrema velocidade, enquanto Marrocos tentava se defender e empatar. Os Leões do Atlas, no entanto, não abaixavam a cabeça e conseguiam atacar fortemente e com extremo perigo. En-Nesyri apresentou forte perigo, com uma jogada que passou raspando na trave.
No começo do segundo tempo da prorrogação, Marrocos pressionava forte Senegal e era absurdamente melhor no duelo. Em jogada de escanteio, os torcedores gritaram: a bola foi cobrada na confusão e em cabeceio, a bola estourou no travessão.
Senegal, que não abdicava do jogo, continua atacando e chegou perto do gol. Em ataque, Cherif Ndiaye recebeu na área e chutou rasteiro. Bounou fez grande defesa, mas deixou o rebote. O atacante teve outra chance, e com o gol livre e o goleiro caído, perdeu uma chance clara. Bounou conseguiu tocar na bola e atrapalhar, mas Cherif Ndiaye desperdiçou a chance de matar o jogo.
Posteriormente, a chuva começou a cair fortemente e os sintomas de cansaso apareceu. O duelo ficou mais pegado. Desta forma, no ápice do cansaço, onde as pernas não respondia ao comando do cérebro, o apito foi assoprado e Senegal garantiu o bicampeonato da Copa Africana de Nações.
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