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PC Oliveira é sincero sobre expulsão em Flamengo x Corinthians

Final da Supercopa do Brasil foi marcada por polêmica de arbitragem

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Lucas Boustani
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 01/02/2026
17:54
Atualizado em 01/02/2026
20:01
PC Oliveira apontou erro da arbitragem em Fluminense x Vasco (Foto: Divulgação Globo)
imagem cameraPC Oliveira foi sincero em expulsão polêmica em Flamengo x Corinthians (Foto: Divulgação Globo)

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O especialista em arbitragem Paulo César de Oliveira, da Rede Globo, foi sincero ao analisar a expulsão polêmica do meia Jorge Carrascal, do Flamengo, na final da Supercopa do Brasil. O Rubro-Negro decide o título do torneio contra o Corinthians, neste domingo (1), no Estádio Mané Garrincha.

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A opinião do ex-árbitro foi exposta pelo narrador Luis Roberto, durante a transmissão da partida pela Rede Globo. Paulo Cesar de Oliveira afirmou que a expulsão foi dentro das regras do esporte, mas o procedimento foi fora dos padrões.
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— O nosso consultor de arbitragem, Paulo César de Oliveira, analisando o que aconteceu, disse que está dentro da regra. Embora, não seja o procedimento ideal. Não sabemos em que momento o árbitro foi alertado. É um procedimento inédito, está dentro da regra — disse Luis Roberto.

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Como foi a expulsão?

Tudo começou quando o camisa 15 do Rubro-Negro teve um choque, sem bola, com o meia Breno Bidon, no último minuto do primeiro tempo. Em campo, o árbitro Rafael Klein não viu o lance. O VAR, em um primeiro momento, não entrou em ação e as equipes foram para os vestiários.

No retorno, a tecnologia acionou a arbitragem de campo, que ao rever o lance, considerou o gesto de Carrascal em Breno Bidon como uma agressão, e assim, expulsou o jogador. Veja o lance abaixo:

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Flamengo x Corinthians como foi o jogo?

Texto por: Pedro Werneck

A primeira finalização da Supercopa Rei foi rubro-negra. Aos 8 minutos, o zagueiro Léo Pereira achou ótimo lançamento para Alex Sandro, que cruzou para Plata desviar de cabeça para fora. Depois, o jogo ficou pegado, com algumas chegadas mais duras, até o Flamengo assumir controle da partida.

Mas concretizou-se, então, a máxima do futebol: quem não faz, leva. Em jogada de bola parada aos 25', foi o Corinthians que abriu o placar. Após cobrança de escanteio curto, Matheuzinho levantou a bola na área, Gustavo Henrique desviou de cabeça e o parceiro de zaga Gabriel Paulista chutou de primeira, marcando o seu primeiro gol com a camisa do Timão.

O gol trouxe confiança ao time paulista, que passou a trocar mais passes e equilibrar as ações do jogo. O Flamengo ameaçava apenas em raras arrancadas de Plata, mas sem finalizações de perigo. Quem assustou foi novamente o Corinthians. Aos 37 minutos, os comandados de Dorival Júnior acertaram contra-ataque fulminante: de Bidon para André, de André para Memphis. O neerlandês teve liberdade para ajeitar o corpo e finalizar de chapa, mas parou em ótima defesa de Rossi.

Mas foi com polêmica que terminou a primeira etapa: no último lance, os jogadores alvinegros pediram expulsão de Carrascal por cotovelada em Bidon. O juiz, no entanto, liberou os atletas para os vestiários. Situação resolvida? Nada disso. No retorno do intervalo, Rafael Klein chamou os capitães, avisou que revisaria o lance e aplicou o cartão vermelho ao colombiano.

Mesmo com um a menos, o Flamengo teve a primeira grande chance da segunda etapa, novamente em bola parada. Arrascaeta cobrou falta na cabeça de Pulgar, que desviou com qualidade e foi parado pelo travessão. Sem parecer sentir a expulsão, o Rubro-Negro ofereceu perigo novamente logo depois, quando Pedro foi acionado na linha de fundo e cruzou, mas a bola passou direto por Arrascaeta.

Para explosão da torcida flamenguista no Mané Garrincha, Filipe Luís convocou a reestreia de Paquetá aos 13 minutos. Logo no primeiro toque, o meia tabelou bem, mas errou o último passe para Arrascaeta. No contra-ataque, o Corinthians levou perigo com finalização para fora de Yuri Alberto. No lance seguinte, de novo. Dessa vez, o Timão até balançou as redes com Memphis, mas o gol foi anulado por impedimento no início da jogada — neste momento, a comunicação do árbitro com o VAR não estava funcionando, e o juiz foi obrigado a manter a marcação de campo.

Do lado paulista, Dorival Júnior também promoveu estreia. O atacante Kaio César, contratado junto ao Al Hilal, entrou na vaga de Memphis aos 31 minutos. E dos pés do novato, já nos acréscimos, saiu passe para Yuri Alberto, que girou bonito e acertou a trave com finalização de canhota. O lance de perigo abriu caminho para um fim de jogo maluco.

Pouco depois, após cruzamento de Ayrton Lucas e dividida de Léo Ortiz no alto, Lucas Paquetá teve a chance de mudar completamente o cenário da estreia. Dentro da pequena área, o reforço milionário dominou de coxa, levantando a bola, mas finalizou para fora.

Antes do desfecho, Yuri Alberto conseguiu, enfim, colocar o seu nome no marcador. O atacante disparou em velocidade no contra-ataque, outra vez após passe de Kaio César, aplicou lindo balão no goleiro Rossi e finalizou de cabeça para as redes: 2 a 0 para o Corinthians, que conquista o primeiro título da temporada.

Disputa de bola na final da Supercopa do Brasil. (Foto: Sergio Lima / AFP)
Disputa de bola na final da Supercopa do Brasil. (Foto: Sergio Lima / AFP)
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