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Brasil x França quebra recorde de três anos na audiência

Em São Paulo e no Rio, transmissão passou dos 20 pontos de audiência

São Paulo (SP)
Supervisionado porLeonardo Damico,
Dia 27/03/2026
16:55
Atualizado há 2 minutos
Luiz Henrique durante o amistoso Brasil x França nos EUA (Foto: FRANCK FIFE / AFP)
imagem cameraLuiz Henrique durante o amistoso Brasil x França nos EUA (Foto: FRANCK FIFE / AFP)

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A derrota do Brasil para a França, por 2 a 1, em amistoso preparatório para a Copa do Mundo 2026, gerou uma quebra de recorde para a a TV Globo, que marcou 23 pontos de audiência, em São Paulo, a maior em uma quinta-feira desde 2022.

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Já no Rio de Janeiro, a transmissão, que teve a narração de Luis Roberto e os comentários de Junior e Denilson, atingiu 25 pontos e 47% de participação, um aumento de 32% (+6 pontos) na média de audiência da faixa horária em relação às últimas quatro quintas-feiras.  Além disso, foi recorde de audiência na faixa em nove meses – desde junho do ano passado. O Brasil volta a campo na próxima terça-feira (31), às 21h, para encarar a Croácia, em Orlando, nos Estados Unidos, também com transmissão da TV Globo, assim como do "SporTV" e da "Ge TV".

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Luiz Henrique em ação no amistoso Brasil x França (Foto: Michael Owens / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP)
Luiz Henrique em ação no amistoso Brasil x França (Foto: Michael Owens / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP)

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Como foi Brasil x França

Carlo Ancelotti cumpriu o que dissera na véspera do amistoso e escalou o Brasil com quatro jogadores de frente diante da França. Mas, ao longo do primeiro tempo, o quarteto formado por Gabriel Martinelli, Raphinha, Vini Jr. e Matheus Cunha não conseguiu acertar um único chute na meta de Maignan, ainda que as oportunidades tenham surgido.

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E não foram poucas: Martinelli, Matheus Cunha e até o volante Casemiro conseguiram finalizar, sempre em chutes de fora da área, sempre para o lado ou para cima do gol. No primeiro tempo, o Brasil chutou cinco vezes, todas para fora.

Do outro lado, a França tinha mais volume de jogo, mas não necessariamente domínio. Wesley foi incansável na marcação e ofereceu pouco espaço para o avanço francês pela esquerda. No outro, Léo Pereira e Douglas Santos faziam o que podiam para tentar parar Mbappé. E a dupla teve relativo sucesso até os 31 minutos, quando o craque francês recebeu lançamento de Dembélé, deixou o dois brasileiros para trás na velocidade e tocou por cobertura na saída de Ederson, abrindo o marcador.

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Ancelotti voltou com uma mudança para o segundo tempo. Raphinha sentiu a coxa direita e deu lugar para Luiz Henrique. E o atacante, ex-Botafogo, deu novo ritmo pelos lados. O Brasil começou pressionando a França pela direita, e foi naquele setor que Wesley ia invadindo a área quando foi derrubado por Upamecano, que acabou expulso logo aos 9 minutos.

Mas, nos 20 minutos que se seguiram, o Brasil não conseguiu se valer da superioridade numérica —porque faltou à Seleção eficiência ofensiva, algo que sobrou na França. Aos 19, o time de Deschamps arrancou em contragolpe e Etikité, também por cobertura, ampliou para 2 a 0.

A partir daí, Ancelotti promoveu uma série de mudanças. Danilo, Ibãnez, Igor Thiago e João Pedro foram chamados, e o Brasil passou a ocupar o campo de ataque. A Seleção conseguiu chegar ao seu gol aos 33, com Bremer, e nos acréscimos quase chegou ao empate com Vini Jr. Mas ficou nisso.

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