Olivinha lamenta morte de Oscar Schmidt e relembra título no Flamengo
Ídolo rubro-negro destaca aprendizado com o Mão Santa e ressalta legado do ídolo

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O ex-jogador de basquete e ídolo do Flamengo Olivinha prestou homenagens a Oscar Schmidt nesta sexta-feira (17), após a confirmação da morte da lenda do esporte aos 68 anos. O ex-ala-pivô destacou o aprendizado e a parceria com o "Mão Santa" durante a passagem de ambos pelo Flamengo, período no qual conquistaram um título juntos, em 2002.
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Para Olivinha, a convivência com o ex-atleta representou a realização de um sonho de infância. O "Deus da Raça" classificou o companheiro de elenco como um professor e ressaltou que as lições absorvidas na época acompanharam toda a sua trajetória no esporte profissional. O ex-atleta expressou profunda tristeza com a perda do amigo e direcionou mensagens de conforto aos familiares.
— O Oscar foi um ídolo para mim, um dos primeiros jogadores em que eu me espelhei, que eu sempre observei dentro da quadra e achava ele o máximo. Eu tive a honra e o privilégio de ter jogado com ele no Flamengo, e ter sido campeão ao lado do meu ídolo de infância foi uma realização — declarou Olivinha.
— Foi um professor para mim. Aprendi coisas com ele que carreguei comigo por toda a minha carreira como jogador profissional — acrescentou o ex-atleta.
— O basquete brasileiro está de luto. Um dos maiores jogadores de basquete do mundo, Hall da Fama, um amigo que eu pude fazer através do esporte e que hoje foi descansar. Muita força para a família nesse momento complicado, e que ele descanse em paz. Obrigado por tudo, Schimitão — concluiu o ex-ala-pivô.

A despedida do recordista olímpico
O mundo do basquete sofreu uma grande perda nesta sexta-feira (17). Aos 68 anos, Oscar Schmidt morreu poucos minutos após receber atendimento médico por uma parada cardiorrespiratória. A lenda da bola laranja deixa uma legião de fãs ao redor do globo, além de recordes e feitos que marcaram a história do esporte.
Após se sentir mal, Oscar foi encaminhado para o Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em São Paulo, onde recebeu atendimento médico.
Nascido em Natal, o "Mão Santa" construiu números impressionantes ao longo de 25 temporadas como profissional. Ele é o maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, além de deter o recorde de maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093.
Nas Olimpíadas, onde participou de cinco edições consecutivas, Oscar também acumulou marcas históricas: foi diversas vezes cestinha e protagonizou atuações memoráveis, como os 55 pontos anotados contra a Espanha em Jogos Olímpicos de Seul 1988 – recorde em uma única partida no torneio.
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Pela Seleção Brasileira, o momento mais emblemático veio no ouro dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na decisão, liderou o Brasil na vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, marcando a primeira derrota dos norte-americanos em casa na história da competição. Oscar também conquistou o bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas, e encerrou sua trajetória com 7.693 pontos em 326 partidas oficiais pela seleção, entre 1977 e 1996.

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