Botafogo foca em blindagem do elenco durante crise nos bastidores
Glorioso inicia trabalho com Martín Anselmi enquanto Textor batalha nos bastidores

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Se nos bastidores a SAF vive momento conturbado em crise financeira e incertezas em 2026, dentro de campo, o Botafogo teve ótimo início de trabalho sob o comando do técnico Martín Anselmi. A missão para o período de instabilidade do projeto é simples: blindar jogadores e comissão técnica enquanto John Textor trabalha.
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O Botafogo está sob transfer ban da Fifa e, com isso, não pode inscrever seus reforços devido à dívida que tem com o Atlanta United pela compra de Thiago Almada, em 2024. O tema foi destacado pelo capitão Alex Telles após a vitória sobre o Bangu.
— O mais importante é a gente blindar o vestiário. Eu, como um dos líderes, sempre falo que nada pode entrar ali. Olhar o menos possível de fora. O que a gente pode controlar é o nosso treino, nossos jogos. Obviamente que a gente sempre espera que o clube possa se encontrar e entrar em um caminho como sempre teve. A gente tem que controlar o que é nosso, o que é do clube. Tenho certeza que os responsáveis vão dar conta e a gente tem que fechar nosso vestiário porque nada pode entrar. Porque a gente tem bastante trabalho pela frente — disse Telles.
Botafogo atrás de solução
John Textor indiciou que o clube receberá aporte financeiro robusto nos próximos dias não só para fechar acordo com o Atlanta, como também para quitar pendências com o elenco. O Botafogo tem em aberto dois meses de direito de imagem com jogadores e FGTS. A expectativa é de mais de 50 milhões de dólares nos cofres.
À beira do gramado, Martín Anselmi assumiu o comando do Botafogo sabendo das dificuldades para registro dos atletas e possíveis saídas — Marlon Freitas, Savarino e David Ricardo foram vendidos. O treinador argentino mantém cautela, mas cobrou uma solução rápida.
— Uma coisa é o que acontece fora. Outra é o que acontece dentro com o nosso trabalho de jogadores e comissão. Outra é a diretoria. Nosso trabalho ainda não impacta porque temos o foco em ser melhores, treinar e competir. Onde afeta isso? Obviamente em ter o elenco mais profundo. Porque vamos precisar de mais jogadores. Entendo a torcida se manifestar e nós como instituição temos que resolver esse problema urgente. Acho que vamos resolver. Mas o ruído não afeta o campo. Os jogadores dão o máximo e nós focamos no que podemos controlar, que é o nosso trabalho.

No último sábado (24), membros de torcidas organizadas do Botafogo protestaram contra John Textor. A principal cobrança foi em cima de transparência nos processos da SAF, entrada de verba para o clube e contratações visando a temporada de 2026.
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