Silvânia Costa, ouro no salto em distância

Silvânia Costa, ouro no salto em distância (Foto:Danilo Borges/ brasil2016.gov.br)

LANCE!
26/09/2016
18:27
Rio de Janeiro

O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, garantiu que a pasta contará no próximo ano com mais recursos para aplicar em programas sociais e de alto rendimento.

- Tivemos um sucesso extraordinário na realização dos Jogos Paralímpicos. Gostaria de agradecer aos atletas que tiveram uma participação incrível e nos encheram de orgulho e motivação - disse Picciani.

Para o ministro, chegou o momento de iniciar a preparação do novo ciclo, visando aos Jogos de Tóquio.

- Encerramos os Jogos Rio 2016 com a certeza de que o Brasil fez uma belíssima campanha, tanto nos Jogos Olímpicos quanto nos Paralímpicos. Foi uma participação extraordinária dos atletas nacionais. Vamos agora voltar as atenções para o ciclo de Tóquio 2020, onde teremos a possibilidade de usar a infraestrutura de legado olímpico, aqui no Rio e em outras cidades do país, como no Centro Paralímpico Brasileiro, em São Paulo - contou o ministro do Esporte.

Picciani ressaltou também que o esporte paralímpico segue como uma das prioridades.

- O presidente Michel Temer tem a todo momento nos orientado a tratar com toda a prioridade o esporte paralímpico. Atualmente, o governo federal é o maior parceiro do esporte paralímpico, seja por meio do Ministério do Esporte, das Loterias Caixa ou da Lei Piva. Serão duas prioridades do Ministério do Esporte. A primeira será a preparação dos atletas. Manteremos os programas que vêm dando certo, como Bolsa Atleta, Bolsa Pódio e a parceira com as Forças Armadas. A segunda será o esporte como inclusão social e esporte educacional. Essa era uma área do ministério que teve pouca ênfase nos últimos anos. Retomaremos por entender que não existe esporte de alto rendimento sem o esporte de base - anunciou.

Desempenho do Brasil

O Brasil teve a maior delegação da história nos Jogos Paralímpicos, com 286 atletas que disputaram 22 modalidades. Foram 72 medalhas conquistadas, em 13 esportes diferentes: 14 de ouro, 29 pratas e 29 bronzes, além de 99 finais disputadas. Todos os medalhistas do Brasil recebem o apoio financeiro do programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte.

- Nós tivemos 32 medalhas inéditas em provas, classes e modalidades novas, como canoagem e ciclismo. Tivemos também conquistas inéditas no halterofilismo e no voleibol sentado - disse o ministro.

Sobre a meta de desempenho da delegação nacional, o ministro reafirmou que a análise do governo vai além das conquistas de medalhas.

- Desde que assumi a pasta no dia 12 de maio, o Ministério do Esporte adota o critério de avaliar a evolução do Brasil nos Jogos. A exemplo do que ocorreu nos Jogos Olímpicos, no Paralímpico tivemos uma extraordinária evolução, passamos de 43 medalhas para 72. E quase dobramos o número de finais - afirmou o ministro.