Seleção não teve folga nesta terça / Foto: Cinara Piccolo - Photo&Grafia - CBHb

Seleção não teve folga nesta terça / Foto: Cinara Piccolo - Photo&Grafia - CBHb

Bruna Souza, Dois Minutos
14/06/2016
20:45
Porto Alegre, RS

Após golear a Colômbia nesta segunda-feira, 13 de junho, pelo placar de 42 a 10, a Seleção Brasileira aproveitou a folga de terça-feira, 14, para treinar, já que na quarta encarará os Estados Unidos, às 17h. E as atividades são importantes, já que a próxima partida do Pan-Americano será uma surpresa.

Na segunda-feira o Brasil não teve dificuldade ao enfrentar os colombianos. Desde o começo a equipe brasileira impôs ritmo de jogo, não deixando a Colômbia reagir, nem no ataque nem na defesa. Já os brasileiros iam a cada minuto colocando a bola dentro da rede, ou melhor, a cada minuto um gol verde e amarelo.

Se a Colômbia era uma equipe conhecida, o mesmo não pode-se dizer do próximo adversário. Mesmo sem tradição, o handebol norte-americano tem recebido investimentos nos últimos anos, tanto que eles estão unindo a forma física à técnica. O treinador da seleção é o espanhol Javier Garcia Cuesta, que foi técnico da Seleção Brasileira antes de Jordi. Com uma campanha mediada, os EUA somaram 2 pontos, venceram a Colômbia, e estão em quarto lugar no Grupo B.

“Os Estados Unidos é uma equipe relativamente nova e agora com a chegada do Javier, acho que eles evoluíram muito. Sabemos que o esporte lá é levado a sério. Qualquer modalidade em que eles começam, não entram para brincar. Acho que essa evolução já está sendo notada nesse campeonato. Para amanhã, espero o jogo mais duro do grupo até agora. Contra Porto Rico foi duro, mas nós também não jogamos bem. Temos que entrar 100% ligados porque eles sabem jogar e também têm potencial físico", disse César Bombom, goleiro do Brasil.

Para Jordi a partir de agora a Seleção Brasileira precisa estar ainda mais atenta dentro de quadra. "Teoricamente, os Estados Unidos tem um nível um pouco mais alto do que as equipes que enfrentamos até agora. Depois teremos à frente o Uruguai e, então, mais adiante deve ser ainda mais complicado", explicou o técnico.

A artilharia do Pan-Americano está com Minik Hoegh, da Groenlândia, com 29 gols. Em segundo está Fábio Chiuffa, do Brasil, com 25 gols.

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