Revelada pelo clube, Thaísa recebe homenagem do Tijuca em partida da Superliga Feminina
Depois do jogo, central foi presenteada com uma camisa personalizada com seu nome e número

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A noite desta sexta-feira (6) marcou um reencontro especial entre Thaísa e Tijuca Tênis Clube. Foi a primeira vez que a central enfrentou o time que a revelou, no lugar onde deu seus primeiros passos no vôlei. Como forma de homenagem, após o jogo, o Tijuca a presenteou com uma camisa personalizada com seu nome e número.
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Foi de Paula Mohr, capitã da equipe tijucana, a missão de entregar a camisa à Thaísa, que se mostrou muito feliz com a homenagem.
— Tenho um carinho enorme pelo Tijuca e por todo mundo daqui. Foram eles que pegaram na minha mão e acreditaram em mim no momento em que eu estava dando meus primeiros passos. Então, fiquei muito feliz com a homenagem. Até brinquei que foi muito bom terem feito a homenagem em vida. Fico muito feliz e grata.
Na partida, válida pela 16ª rodada da Superliga Feminina, o Minas protagonizou uma vitória tranquila sobre a equipe carioca. As parciais terminaram em 18/25, 15/25 e 14/25.
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Thaísa no Tijuca Tênis Clube
Thaísa integrou a base do Tijuca por menos de um ano, em 2011, quando tinha 14 anos de idade. A jogadora conciliava os compromissos do clube com os da Seleções Carioca e Brasileira de sua faixa etária, tendo um cronograma apertado. Mesmo assim, não deixava de se empenhar em todas as equipes e "treinar até quatro vezes mais", conforme disse em entrevista ao Lance!. Apesar de todas as convocações no início de sua trajetória, admite, de forma bem humorada, que eram feitas "não porque era boa, mas por causa da altura".
O esforço logo deu resultado. No ano seguinte, Thaísa foi para o Minas, time que, apesar de um tempo separada, defende até hoje. Por lá e pela Seleção Brasileira, anotou seu nome no cenário mundial do vôlei. No entanto, esta sexta-feira (6), é dia da jogadora, aos 38 anos e 1,97m, relembrar seus primeiros passos onde tudo começou lá em 2001, no alto de seus 14 anos de idade, quando o mundo era o Tijuca, as longas horas de transporte público e Campo Grande, bairro onde morava.

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